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Sorocaba/SP

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I.D.:  Senha:  
Carta de Manoel da Nóbrega dirigida ao Provincial Simão Rodrigues
1552, terça-feira ver ano









01/01/2005
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“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística

A primeira delas é extraída de carta escrita por Nóbrega, da Bahia em 1552, e dirigida ao Provincial Simão Rodrigues (2000:130). Nela, ele aponta para o fato de que “a mulher e a filha de Diogo Alvarez Charamelu [leia-se Caramuru] (...) não sabem nossa fala”. Significa isso dizer que a indianização do português lançado ao novo mundo não implicava nenhum sentimento patriótico de preservação de suas instituições sociais, de que sobressai a língua. Situação similar deparou Antônio Rodrigues, que viria a ser um dos três bons línguas referidos por Nóbrega e Anchieta, quando ainda era um explorador em busca de riquezas pela região do Rio da Prata. Chegando, com seus companheiros, a uma aldeia de índios Timbó, ele encontrou “alli un spañol que avia mucho tiempo que alli estava,de maneira que ya no sabia hablar español y sabia bien la lengua dellos”, relata Serafim Leite (1935). [p. 109, 110]

EMERSON
4801
Catarina Paraguassú
6 registros

706
Diogo Álvares Correia, o Caramuru
1475-1557
44 registros

707
Manuel da Nóbrega
1517-1570
181 registros

4150
Nheengatu
342 registros

11650
Simão Rodrigues
8 registros

11250
Timbó/SC
9 registros



ANO:59
  testando base


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