Os Comentários de Alvar Nuiíez Cabeza de Vaca, escritos por PeroHemandez e publicados em Valladolid em 1555, a Narración general queAlvar Nuiíez Cabeza de Vaca hizo ai Consejo de las lndias em 1552 e aRelación de las cosas sucedidas en el Rio de la Plata, composta em 1545,recordam a viagem através das selvas do Brasil, as peripécias e os sucessosde sua govemança, atribulada por desordens que culminaram na sua prisãoaos 25 de abril de 1544 .e seu retomo J1os 24 de abril de 1545.
Os Avá Guarani no este do Paraná. (Re)Existência em Tekoha Guasu Guavira. Coordenação científica: Carlos Frederico Marés de Souza Filho. Organização: Danielle de Ouro Mamed, Manuel Munhoz Caleiro e Raul Cezar Bergold
2014
Os Avá Guarani no este do Paraná. (Re)Existência em Tekoha Guasu Guavira. Coordenação científica: Carlos Frederico Marés de Souza Filho. Organização: Danielle de Ouro Mamed, Manuel Munhoz Caleiro e Raul Cezar BergoldÁlvaro Nuñez Cabeza de Vaca chega à Ilha de Santa Catarina em março do ano de 1541, permanecendo entre os indígenas durante seis meses até partir rumo à Assunção. Durante o percurso orientado pelos guias indígenas, eram os inúmeros “povoados de índios guaranis”, que recebiam e abasteciam com abundância sua expedição. Segundo relata
“Esses índios pertencem à tribo dos guaranis; são lavradores que semeiam o milho e a mandioca duas vezes por ano, criam galinhas e patos da mesma maneira que nós na Espanha, possuem muitos papagaios, ocupam uma grande extensão de terra e falam uma só língua." (Cabeza de Vaca, p. 118)
Os Avá Guarani no este do Paraná. (Re)Existência em Tekoha Guasu Guavira. Coordenação científica: Carlos Frederico Marés de Souza Filho. Organização: Danielle de Ouro Mamed, Manuel Munhoz Caleiro e Raul Cezar Bergold
2014
Os Avá Guarani no este do Paraná. (Re)Existência em Tekoha Guasu Guavira. Coordenação científica: Carlos Frederico Marés de Souza Filho. Organização: Danielle de Ouro Mamed, Manuel Munhoz Caleiro e Raul Cezar BergoldÁlvaro Nuñez Cabeza de Vaca chega à Ilha de Santa Catarina em março do ano de 1541, permanecendo entre os indígenas durante seis meses até partir rumo à Assunção. Durante o percurso orientado pelos guias indígenas, eram os inúmeros “povoados de índios guaranis”, que recebiam e abasteciam com abundância sua expedição. Segundo relata
“Esses índios pertencem à tribo dos guaranis; são lavradores que semeiam o milho e a mandioca duas vezes por ano, criam galinhas e patos da mesma maneira que nós na Espanha, possuem muitos papagaios, ocupam uma grande extensão de terra e falam uma só língua." (Cabeza de Vaca, p. 118)