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Assim, premido a realizar uma forte contenção de despesas e, com enormes dívidas asaldar (ver “História do Brasil”, de Pedro Calmon, vol. I, pág. 162), D. João III não encarafrontalmente o problema do aproveitamento econômico do Brasil. Prefere transferi-lo adonatários, que podiam resolvê-los com recursos próprios. Está registrado em um livro de“extraordinárias” do reino, com data de 1544 esta nota: “O Brasil... tem custado a defendere povoar mais de 80 mil cruzados”. (Frei Luís, em “Anais de D. João III”, pág. 416). 60mil cruzados é o que diz a mesma nota, em “Relações de Pero de Alcaçava Carneiro”, pág.330. |