Wildcard SSL Certificates
Organizando a História

Séculos


Paste:


autr:ERRO
*Atlas Miller é evidência da "ilha Brasil", segundo Jaime Cortesão
1519, quarta-feira ver ano





len: 379

len: 379

Por vários pesquisadores consideram os atuais Kaingangs como grupo remanescente dos Guaiatacás. Na língua daqueles, o rio é chamado: goio, palavra que em bastante assonância (semelhança ou igualdade de sons em palavras próximas) com a segunda parte de: Urquaie. [“Ulrico Schmidl no Brasil quinhentista”, 1942. Sociedade Hans Staden. Página 40]





01/03/1587
Gabriel Soares de Sousa

Gabriel está em Madrid. Notícia do Brasil, também conhecido como Tratado Descritivo do Brasil

Do rio de São Francisco ao dos Dragos são cinco léguas, pelo qual entram caravelões, e tem na boca três ilhéus. Do rio dos Dragos à baía das Seis Ilhas são cinco léguas; e dessa baía ao rio Itapucuru são quatro léguas, o qual está em vinte e oito graus escassos; e corre-se a costa do Itapucuru até o rio de São Francisco norte-sul. Este rio acima dito, a que outros chamam Jumirim, tem a boca grande e ao mar dele três ilhetas, pela qual entram caravelões; e corre-se por êle acima leste-oeste, pelo qual entra a maré muito, onde há boas pescarias e muito marisco. A terra deste rio é alta e fragosa, e tem mais arvoredos que a terra atrás, especialmente águas vertentes ao mar. A terra do sertão é de campinas, como a da Espanha, e uma e outra é muito fértil e abastada de caça e muito acomodada para se poder povoar, porque se navega muito espaço por ela acima. [p. 117]


01/01/1935
Alfredo Moreira Pinto

Supplemento aos apontamentos para o diccionario geographico do Brazil. Alfredo Moreira Pinto

Itapucú - Composto de itá-pucú, pedra comprida, rocha extensa, penha longa; barra de ferro (Dr. Theodoro Sampaio). O Dr. J. M. de Almeida, que escreve que também Itapucú, diz, em relação a cachoeira do rio Paranapanema: "Ytá-pucú, pedra larga. De ytá, pedra; pucú, larga".

Itapuvú. Lugar á margem direita do rio Sorocaba, ao Norte do município. É o mesmo Itapebussú. "Itapuví, diz o Dr. J. M. de Almeida, corruptela de Ytá-pé-ibiy, morro plano, baixo. De ytá, pedra, penha; "pé", plano, chato, "ibiy", baixo. Alusivo a ser esse lugar um planalto pouco elevado, vide "Itavuvú". [“Supplemento aos apontamentos para o diccionario geographico do Brazil”, 1935. Alfredo Moreira Pinto. Página 173]


01/01/1996
José Artulino Besen

A Evangelização em Santa Catarina. Parte I: Vida e Morte no Mundo dos Carijós (1500-1650), 1996. Padre José Artulino Besen, professor de História da Igreja

Pai Sumé é o enviado de Deus que prepara seu caminho, que prega a Boa-Nova, que anuncia o estabelecimento definitivo do Cristianismo. Neste sentido, Lebrón e Armenta, andarilhos por Mbiaça, Itapocu, Campo, Ubay e Pequiri, formam um mito metade realidade, metade idealidade. Efetivamente os nativos identificaram Armenta com Pai Sumé. [p. 64 e 65, 6 e 7 do pdf]


25/02/2017
José Artulino Besen

A “Ilha Brasil” de Jaime Cortesão: ideias geográficas e expressão cartográfica de um conceito geopolítico. Francisco Roque de Oliveira

"A primeira bandeira no papel" traz logo em título a sugestão disso mesmo, sendo o mapa do Brasil inserto no designado Atlas Miller de Lopo Homem-Reinéis (1519) o principal objecto de análise:

""Lá está a grande protuberância oriental da América do Sul, firmemente traçada desde as duas largas aberturas do Amazonas (com o contorno da ilha de Marajó, quase inteiramente delineado) até ao vastíssimo rasgão do estuário do Prata, e parte da costa que se lhe segue ao sul. Ao alto da carta, numa larga cartela, uma legenda em latim ensina que “Esta é a carta da região do Grande Brasil”, situado ao ocidente das Antilhas de Castela, referindo-se a seguir aos habitantes, à fauna e à floresta da nova terra".

É o mapa que Cortesão identifica como aquele que representa "apenas uma primeira fase do mito da Ilha-Brasil", ainda que bastando a legenda que identifica o magni brasilis para termos já demarcada "a entidade geográfica natural e humana" que pretende inconfundível com o resto.

No artigo “A Ilha-Brasil dos vicentistas” – alusão ao momento, no século XVI, em que São Vicente polarizava a instalação da colónia portuguesa nas áreas meridionais do Brasil –, o leitor passará directamente das referências colhidas nos escritos de João Afonso “a uma Ilha Brasil” circum-navegável entre a foz do Amazonas e a boca do Prata para uma seleção de mapas que reproduzem a mesma ideia da ligação entre estes dois grandes rios sul-americanos articulada por um grande lago interior, cuja designação se modifica de mapa para mapa.

Atlas Miller
01/01/1519, atualizado em 18/02/2026 02:06:14
Créditos/fonte: Lopo Homem-Reinéis
  


EMERSON
Bairro Itavuvu
232 registros
Botocudos
21 registros
Cayacangas
36 registros
Geografia e Mapas
926 registros
Goayaó
34 registros
Ilha Brasil
62 registros
Ilha de Barnabé
31 registros
Juru-Mirim
10 registros
Metalurgia e siderurgia
312 registros
Pela primeira vez
1039 registros
Rio dos Dragos
16 registros
Rio dos patos / Terras dos patos
33 registros
Rio Itapocú
70 registros
Rio Paranapanema
239 registros
Paranapanema/SP
121 registros
Sorocaba/SP
11907 registros
Rio Palmital
3 registros
Caminho do Peabiru
501 registros
Jaime Zuzarte Cortesão (1884-1960)
25 registros


LUCIA01/01/1519
ANO:18

1519, quarta-feira
Atlas Miller é evidência da "ilha Brasil", segundo Jaime Cortesão

25 de abril de 1585, quinta-feira
Reunião: já não se fala em viagem "por mar"

15 de agosto de 2025, sexta-feira
Consulta em ancestors.familysearch.org
  


Procurar