'10 - -01/09/1893

Segunda Revolta da Armada

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Segunda Revolta da Armada

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Segunda Revolta da Armada


SET.
01
HOJE NA;HISTóRIA
219
1 de setembro de 1893, sexta-feira
25/02/2025 04:46:56
•  Fontes (2)
  
  
  


A segunda foi gravíssima. A Marinha, a armada, que sempre fora imperial, sempre fora ligada ao império, muito mais do que o exército, se levanta, cerca o Rio de Janeiro, bombardeia, eventualmente, o Rio de Janeiro, e aí o Floriano recebe ajuda do cruzador Detroit, é, americano. É, os americanos sempre intervindo no Brasil, tavam totalmente a favor da consolidação do governo do Floriano, e um cruzador, tá aparecendo aí ó, tu tá vendo o cruzador Detroit, ele chega na Baía de Guanabara, o Saldanha da Gama, que é o líder da revolta, vai com seus navios pra Santa Catarina, se unem lá com os rebeldes da Revolução Federalista de 1893 [1]


 Fontes (2)

 1° fonte/1933   

um ofício do sr. dr. Calixto de Paula Sousa, então Coronel chefe das Forças Expedicionárias no Setor Sul contra os revoltosos de seis de setembro, ao Capitão Coutinho, do Exército legal, que ali comandava uma escolta, em perseguição ao ex- deputado constituinte, dr. Ferreira Braga
Data: 1933

A construção da estrada foi aprovada em 15 de outubro de 1923 e sua inauguração se deu em 1936. Mas, Celestino conta em artigo publicado no Cruzeiro do Sul, em 1º de setembro de 1933, que conheceu a região em 1893, com apenas 20 anos de idade, quando foi incumbido de levar uma correspondência do coronel-chefe das Forças Expedicionárias no Setor Sul, Calixto de Paula Sousa, durante a chamada Revolta de 6 de Setembro. O artigo foi publicado na íntegra pelo blog de Luíza Válio:

Desses picadões vamos rapidamente mencionar alguns.

Existe um que, partindo do município de Itapecerica, passando por Jequitiba, vai à Prainha, atravessando os rios Juquiá e São Lourenço, e a Serra da Lagoinha, que se acha em completo abandono; existe um de São Miguel Arcanjo ao Rio Assungui, que só tem sido utilizado por caçadores; existia um que descia pelo Rio Verde, aberto em 1880, que servia Piedade e Pilar, o qual foi reaberto pelo governo do Estado em 1.892: entretanto, este, para servir a Piedade, fazia uma curva de mais de 10 quilômetros.

Essa curva, o signatário destas linhas já notara em 1893, quando por ali fizera a sua primeira travessia numa missão espinhosa, apesar de só contar vinte anos de idade; tinha sido portador de um ofício do sr. dr. Calixto de Paula Sousa, então Coronel chefe das Forças Expedicionárias no Setor Sul contra os revoltosos de seis de setembro, ao Capitão Coutinho, do Exército legal, que ali comandava uma escolta, em perseguição ao ex- deputado constituinte, dr. Ferreira Braga, fato este que muitos sorocabanos ainda devem se lembrar.


 2° fonte/2018   

“Defensor da estrada Tapiraí-Juquiá revela domínio de Engenharia e Literatura”, João Maurício da Rosa, Jornal Cruzeiro do Sul
Data: 2018




[26035] um ofício do sr. dr. Calixto de Paula Sousa, então Coronel chefe das Forças Expedicionárias no Setor Sul contra os revoltosos de seis de setembro, ao Capitão Coutinho, do Exército legal, que ali comandava uma escolta, em perseguição ao ex- deputado constituinte, dr. Ferreira Braga
27/08/1933

[24621] “Defensor da estrada Tapiraí-Juquiá revela domínio de Engenharia e Literatura”, João Maurício da Rosa, Jornal Cruzeiro do Sul
08/01/2018





 Fontes (2)

 1° fonte/1933   

um ofício do sr. dr. Calixto de Paula Sousa, então Coronel chefe das Forças Expedicionárias no Setor Sul contra os revoltosos de seis de setembro, ao Capitão Coutinho, do Exército legal, que ali comandava uma escolta, em perseguição ao ex- deputado constituinte, dr. Ferreira Braga
Data: 1933

A construção da estrada foi aprovada em 15 de outubro de 1923 e sua inauguração se deu em 1936. Mas, Celestino conta em artigo publicado no Cruzeiro do Sul, em 1º de setembro de 1933, que conheceu a região em 1893, com apenas 20 anos de idade, quando foi incumbido de levar uma correspondência do coronel-chefe das Forças Expedicionárias no Setor Sul, Calixto de Paula Sousa, durante a chamada Revolta de 6 de Setembro. O artigo foi publicado na íntegra pelo blog de Luíza Válio:

Desses picadões vamos rapidamente mencionar alguns.

Existe um que, partindo do município de Itapecerica, passando por Jequitiba, vai à Prainha, atravessando os rios Juquiá e São Lourenço, e a Serra da Lagoinha, que se acha em completo abandono; existe um de São Miguel Arcanjo ao Rio Assungui, que só tem sido utilizado por caçadores; existia um que descia pelo Rio Verde, aberto em 1880, que servia Piedade e Pilar, o qual foi reaberto pelo governo do Estado em 1.892: entretanto, este, para servir a Piedade, fazia uma curva de mais de 10 quilômetros.

Essa curva, o signatário destas linhas já notara em 1893, quando por ali fizera a sua primeira travessia numa missão espinhosa, apesar de só contar vinte anos de idade; tinha sido portador de um ofício do sr. dr. Calixto de Paula Sousa, então Coronel chefe das Forças Expedicionárias no Setor Sul contra os revoltosos de seis de setembro, ao Capitão Coutinho, do Exército legal, que ali comandava uma escolta, em perseguição ao ex- deputado constituinte, dr. Ferreira Braga, fato este que muitos sorocabanos ainda devem se lembrar.


 2° fonte/2018   

“Defensor da estrada Tapiraí-Juquiá revela domínio de Engenharia e Literatura”, João Maurício da Rosa, Jornal Cruzeiro do Sul
Data: 2018




[26035] um ofício do sr. dr. Calixto de Paula Sousa, então Coronel chefe das Forças Expedicionárias no Setor Sul contra os revoltosos de seis de setembro, ao Capitão Coutinho, do Exército legal, que ali comandava uma escolta, em perseguição ao ex- deputado constituinte, dr. Ferreira Braga
27/08/1933

[24621] “Defensor da estrada Tapiraí-Juquiá revela domínio de Engenharia e Literatura”, João Maurício da Rosa, Jornal Cruzeiro do Sul
08/01/2018


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EMERSON


01/09/1893
ANO:44
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