Con que ordem trajo el dho. negro y su persona por caminos cerrados y contra los bandos de su magestade (ANA-SH v. 36 n. 17 – 9 out 1603). Sobre Pedro de Acosta, que veio com um negro escravo de angola.
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Con que ordem trajo el dho. negro y su persona por caminos cerrados y contra los bandos de su magestade (ANA-SH v. 36 n. 17 – 9 out 1603). Sobre Pedro de Acosta, que veio com um negro escravo de angola.
Con que ordem trajo el dho. negro y su persona por caminos cerrados y contra los bandos de su magestade (ANA-SH v. 36 n. 17 – 9 out 1603). Sobre Pedro de Acosta, que veio com um negro escravo de angola.
9 de outubro de 1603, quinta-feira 25/02/2025 04:47:07
• Fontes (2)
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No sentido São PauloParaguai, temos o caso de Pedro de Acosta, de 1603, preso por passar escondido “en estas balsas de la yerva (que) es delito atroz” e com “negros de Angola”. Acosta, entretanto, foi libertado e tornou-se potentado local em Maracayú, onde controlavabalsas e administrava índios encomendados de outros moradores no transporte da erva.Acabou morto, em 1625, pelos indios payaguás em pleno rio Paraguai
José Carlos Vilardaga
2010
“São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)” de José Carlos Vilardaga No sentido São Paulo-Paraguai, temos o caso de Pedro de Acosta, de 1603, preso por passar escondido “en estas balsas de la yerva (que) es delito atroz” e com “negros de Angola”. Acosta, entretanto, foi libertado e tornou-se potentado local em Maracayú, onde controlava balsas e administrava índios encomendados de outros moradores no transporte da erva. Acabou morto, em 1625, pelos indios payaguás em pleno rio Paraguai. [p. 214]
mboroviré - A ERVA-MATE NO PARAGUAI COLONIAL, PAULO CEZAR VARGAS FREIRE
2011
mboroviré - A ERVA-MATE NO PARAGUAI COLONIAL, PAULO CEZAR VARGAS FREIRECédulas reais espanholas também proibiram a passagem de qualquer pessoa pelo passo dos saltos de Guayrá, sem a licença de Felipe IV, despachada pelo real conselho das Índias (Con que ordem trajo el dho. negro y su persona por caminos cerrados y contra los bandos de su magestade (ANA-SH v. 36 n. 17 – 9 out 1603). Sobre Pedro de Acosta, que veio com um negro escravo de angola.).A proibição foi estendida a qualquer estrangeiro que quisesse entrar nas províncias do Paraguai. Não havia dificuldade para descer o rio Paraná até esses saltos, porém, descer o rio Tietê (Anhembi) era extremamente trabalhoso, por suas cachoeiras. Os portugueses frequentaram estes caminhos durante décadas, antes de atacarem as reduções. Algumas bandeiras desceram de S. Paulo por mar, até a região dos Patos, subiram pelo porto de D.Rodrigo, ou Embitiba, onde começava a terra dos carios33 ou carijós, seguiram até Laguna,até encontrar os caminhos que atingiam o Guayrá34. Apesar do invejável conjunto de rios navegáveis utilizados no início da conquista, os deslocamentos por terra rivalizaram com a navegação35. A figura mostrada a seguir (FIG. 07) [Página 26]
José Carlos Vilardaga
2010
“São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)” de José Carlos Vilardaga No sentido São Paulo-Paraguai, temos o caso de Pedro de Acosta, de 1603, preso por passar escondido “en estas balsas de la yerva (que) es delito atroz” e com “negros de Angola”. Acosta, entretanto, foi libertado e tornou-se potentado local em Maracayú, onde controlava balsas e administrava índios encomendados de outros moradores no transporte da erva. Acabou morto, em 1625, pelos indios payaguás em pleno rio Paraguai. [p. 214]
mboroviré - A ERVA-MATE NO PARAGUAI COLONIAL, PAULO CEZAR VARGAS FREIRE
2011
mboroviré - A ERVA-MATE NO PARAGUAI COLONIAL, PAULO CEZAR VARGAS FREIRECédulas reais espanholas também proibiram a passagem de qualquer pessoa pelo passo dos saltos de Guayrá, sem a licença de Felipe IV, despachada pelo real conselho das Índias (Con que ordem trajo el dho. negro y su persona por caminos cerrados y contra los bandos de su magestade (ANA-SH v. 36 n. 17 – 9 out 1603). Sobre Pedro de Acosta, que veio com um negro escravo de angola.).A proibição foi estendida a qualquer estrangeiro que quisesse entrar nas províncias do Paraguai. Não havia dificuldade para descer o rio Paraná até esses saltos, porém, descer o rio Tietê (Anhembi) era extremamente trabalhoso, por suas cachoeiras. Os portugueses frequentaram estes caminhos durante décadas, antes de atacarem as reduções. Algumas bandeiras desceram de S. Paulo por mar, até a região dos Patos, subiram pelo porto de D.Rodrigo, ou Embitiba, onde começava a terra dos carios33 ou carijós, seguiram até Laguna,até encontrar os caminhos que atingiam o Guayrá34. Apesar do invejável conjunto de rios navegáveis utilizados no início da conquista, os deslocamentos por terra rivalizaram com a navegação35. A figura mostrada a seguir (FIG. 07) [Página 26]