'Povo Javaé tenta manter as raízes apesar das mudanças culturais 0 23/09/2015 Wildcard SSL Certificates
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   23 de setembro de 2015, quarta-feira
Povo Javaé tenta manter as raízes apesar das mudanças culturais
      Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

  
  


Há uma tribo chamada de Javaé com a presença de índios brancos. É uma das chamadas tribos esquecidas do amazonas cujo nome seria uma corruptela de Yavé, uma tribo de índios brancos que nunca tiveram contato com o branco e outros com feições totalmente diferente dos padrões indígenas.

Os javaé, assim como as carajás e os xambioá, são um dos poucos povos indígenas da antiga capitania de Goiás que sobreviveram às capturas chacinas de bandeirantes, das consequências dos aldeamentos, das epidemias trazidas pelos colonizadores e da crescente invasão dos seus territórios.

Os javaés habitam a região da ilha de bananal às margens do Rio javaés no estado de Tocantins. A palavbra "Javaé" não vem da língua falada por eles e não está em seu "dicionário". Se auto-denominam é o "povo do meio".

Membros da tribo do Javaé desde, tempos memoriais, ostentam uma tatuagem que simboliza o rito da religião semita da circuncisão. São índios que se separaram das suas tradições ancestrais e guarda um segredo sobre suas misteriosas origens.

Os Javaé permanecem mais isolados do que outros povos do interior da ilha de Bananal e na bacia do rio já é que eles habitam ainda como um mistério. Até o fim do século 19 seu contato com os não índios era feito por intermédio de outro, os carajás.

A Dtra. Jane Bichmacher de Glasman, autora do livro "Historia Secreta das Palavras", descobriu nas suas pesquisas que eles se auto-denominam o "povo de fora", seria uma referência à sua ascendência mítica primordial?

Os próprios javaé enfatizam bastante as diferenças e conseguem a si próprios como um grupo étnico único diferente dos seus vizinhos.

O arqueólogo e escritor Marcel F. Hamet declarou sobre as suas expedições a esse território que encontrou tribos que tinha uma aparência muito parecida com a semita, nariz aquilino e olhos claros os lados ou cinza. [1]

A TV Anhanguera apresenta esta semana uma série de reportagens sobre a preparação dos atletas e das etnias do Tocantins para os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (JMPI), que serão disputados de 23 de outubro a 1º de novembro, em Palmas. As reportagens são sobre os povos Xerente, Karajás, Javaé e Krahô, apesar dos indígenas desta última etnia terem decidido não participar mais dos JMPI. Por outro lado, os Apinajés confirmaram participação esta semana e também terão a história contada pela emissora. Confira os vídeos:O Deus sol, adorado por civilizações milenares, é um símbolo sagrado para os índios da Ilha do Bananal. O caminho que o astro rei traça no céu desde a alvorada até o pôr do sol é compreendido pelos Javaé como a saga da própria vida. Está entre os extremos do nascimento e até da própria morte. Um ciclo que a natureza, ainda quase intacta da ilha, cumpre todos os dias. A história de um povo que está atrelado à ilha em que vive. Sem viver a lei dos brancos e sim a deles, a da sobrevivência. (Veja acima o vídeo exibido no Bom Dia Tocantins)O pequeno José Daniel, de 5 anos, é quem fica responsável por comandar uma das muitas embarcações. O menino do povo Javaé demonstra habilidade no comando do principal meio de transporte do lugar. "Meu pai me ensinou a conduzir o barco. Ele pesca e eu também já sei pescar."Na aldeia Canoana moram aproximadamente 800 índios da etnia Javaé. Não existe uma data exata de quando eles chegaram na Ilha do Bananal. Os últimos registros mostram que eles migraram do baixo Araguaia por volta do ano de 1500. Para a servidora pública, Antônia Javaé poder viver no lugar é um presente" A gente tem esse privilégio de morar aqui na beira do rio, porque existe facilidade da caça, da pesca. Tudo é mais fácil."Depois de longos períodos de mudanças, devido as invasões de território e aos confrontos com outras etnias, o povo conseguiu se fixar e foi garantindo a resistência ao tempo e as transformações da nova era da tecnologia.Os javaé têm a características de se organizarem em grandes famílias, que incluem genros e netos. A maioria é de pescadores, que sempre vivem do que o rio lhes oferece.Embora hoje tenham as casas permanentes em cima das barrancas do rio, durante o período da estiagem, os javaé passam a maior parte do tempo nas praias, pescando e coletando. Mas essa característica dos primitivos muitas vezes não agrada aos anciãos. "Eu fiquei sozinha aqui. O pessoal foi saindo", conta a lavradora Peresuarana JavaéUm grande destaque dos indígenas é a pintura corporal. A tinta, que é feita de genipapo e carvão, demora a deixar o corpo e normalmente marca quem recebe o registro. Um costume que acabou incentivando o homem branco a usar tatuagens, mais uma tradição repassada pelos indígenas. "Eu acho bem legal. Acho importante para não perder a cultura." diz a estudante Ana Carolina.EsporteDentro de uma tribo Javaé existem muitos contrastes. Uma civilização primitiva, que segundo os indigenistas, só começou a ter contato com os europeus há pouco mais de um século. A educação seja, cultural ou esportiva é sempre o grande sonho para muitos dos indígenas. A arma pacífica para se defender do que há de ruim das influências do homem branco. "Independente de avançar em tecnologia, a gente sempre tem que mostrar as raízes, a nossa cultura, que não pode ser deixada para trás," defende o estudante, Canari Javaé.CulturaOs índios Javaé vivem em uma única aldeia no Tocantins, na Ilha do Bananal, a maior ilha de água doce do mundo. Eles travam uma batalha constante para manter a cultura viva e não abrem mão de manter a língua mãe. (Veja abaixo o vídeo exibido no Jornal Anhanguera 1ª Edição)23/09/2015 12h16 - Atualizado em 23/09/2015 21h05Povo Javaé tenta manter as raízes apesar das mudanças culturaisO contato com os europeus só aconteceu há pouco mais de um século.A TV Anhanguera preparou um especial para mostrar a cultura da etnia.Do G1 TO, com informações da TV AnhangueraFACEBOOKA TV Anhanguera apresenta esta semana uma série de reportagens sobre a preparação dos atletas e das etnias do Tocantins para os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (JMPI), que serão disputados de 23 de outubro a 1º de novembro, em Palmas. As reportagens são sobre os povos Xerente, Karajás, Javaé e Krahô, apesar dos indígenas desta última etnia terem decidido não participar mais dos JMPI. Por outro lado, os Apinajés confirmaram participação esta semana e também terão a história contada pela emissora. Confira os vídeos:O Deus sol, adorado por civilizações milenares, é um símbolo sagrado para os índios da Ilha do Bananal. O caminho que o astro rei traça no céu desde a alvorada até o pôr do sol é compreendido pelos Javaé como a saga da própria vida. Está entre os extremos do nascimento e até da própria morte. Um ciclo que a natureza, ainda quase intacta da ilha, cumpre todos os dias. A história de um povo que está atrelado à ilha em que vive. Sem viver a lei dos brancos e sim a deles, a da sobrevivência. (Veja acima o vídeo exibido no Bom Dia Tocantins)O pequeno José Daniel, de 5 anos, é quem fica responsável por comandar uma das muitas embarcações. O menino do povo Javaé demonstra habilidade no comando do principal meio de transporte do lugar. "Meu pai me ensinou a conduzir o barco. Ele pesca e eu também já sei pescar."Na aldeia Canoana moram aproximadamente 800 índios da etnia Javaé. Não existe uma data exata de quando eles chegaram na Ilha do Bananal. Os últimos registros mostram que eles migraram do baixo Araguaia por volta do ano de 1500. Para a servidora pública, Antônia Javaé poder viver no lugar é um presente" A gente tem esse privilégio de morar aqui na beira do rio, porque existe facilidade da caça, da pesca. Tudo é mais fácil."Javaés (Foto: Maykon Paiva )O povo javaé demonstra habilidade comembarcações desde muito cedo(Foto: Maykon Paiva/TV Anhanguera)Depois de longos períodos de mudanças, devido as invasões de território e aos confrontos com outras etnias, o povo conseguiu se fixar e foi garantindo a resistência ao tempo e as transformações da nova era da tecnologia.Os javaé têm a características de se organizarem em grandes famílias, que incluem genros e netos. A maioria é de pescadores, que sempre vivem do que o rio lhes oferece.Embora hoje tenham as casas permanentes em cima das barrancas do rio, durante o período da estiagem, os javaé passam a maior parte do tempo nas praias, pescando e coletando. Mas essa característica dos primitivos muitas vezes não agrada aos anciãos. "Eu fiquei sozinha aqui. O pessoal foi saindo", conta a lavradora Peresuarana JavaéUm grande destaque dos indígenas é a pintura corporal. A tinta, que é feita de genipapo e carvão, demora a deixar o corpo e normalmente marca quem recebe o registro. Um costume que acabou incentivando o homem branco a usar tatuagens, mais uma tradição repassada pelos indígenas. "Eu acho bem legal. Acho importante para não perder a cultura." diz a estudante Ana Carolina.EsporteDentro de uma tribo Javaé existem muitos contrastes. Uma civilização primitiva, que segundo os indigenistas, só começou a ter contato com os europeus há pouco mais de um século. A educação seja, cultural ou esportiva é sempre o grande sonho para muitos dos indígenas. A arma pacífica para se defender do que há de ruim das influências do homem branco. "Independente de avançar em tecnologia, a gente sempre tem que mostrar as raízes, a nossa cultura, que não pode ser deixada para trás," defende o estudante, Canari Javaé.CulturaOs índios Javaé vivem em uma única aldeia no Tocantins, na Ilha do Bananal, a maior ilha de água doce do mundo. Eles travam uma batalha constante para manter a cultura viva e não abrem mão de manter a língua mãe. (Veja abaixo o vídeo exibido no Jornal Anhanguera 1ª Edição)ConectadosMesmo isolado em uma ilha, o povo Javaé também não abre mão de ficar conectado com o mundo virtual. Um passo importante no processo de modernização dos indígenas foi a instalação de um centro de inclusão digital. "Está ajudando muito, até mesmo no sentido de guardar a nossa cultura", comenta o professor Edilson Javaé.


O que é História?
Abraham Lincoln (1809-1865) dizia que "se não for verdade, não é História. Porém, é possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade.

Existiu um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística. [28174] Você votaria neste homem Adolf Hitler (1889-1945)?



Quantos ou quais eventos são necessários para uma História?
Segundo Aluf Alba, arquivista do Arquivo Naciona: o documento, ele começa a ser memória já no seu nascimento, e os documentos que chegam no Arquivo Nacional fazem parte de um processo, político e técnico de escolhas. O que vai virar arquivo histórico, na verdade é um processo político de escolhas, daquilo que vai constituir um acervo que vai ser perene e que vai representar, de alguma forma a História daquela empresa, daquele grupo social e também do Brasil, como é o caso do Arquivo Nacional.

É sempre um processo político de escolha, por isso que é tão importante termos servidores públicos posicionados, de pessoas preparadas para estarem atuando nesse aspecto.


Mary Del Priori, historiadora:

Nós temos leis aqui no Brasil, que são inclusive eu diria bastante rigorosas. Elas não são cumpridas, mas nós temos leis para arquivos municipais, estaduais e arquivos federais, que deveriam ser cobradas pela própria população, para manutenção desses acervos, acervos que estão desaparecendo, como vimos recentemente com o Museu Nacional e agora com a Cinemateca de São Paulo. E no caso dos arquivos municipais, esses são os mais fragilizados, porque eles tem a memória das pequenas cidades e dos seus prefeitos, que muitas vezes fazem queimar ou fazem simplesmente desaparecer a documentação que não os interessa para a sua posteridade. Então esse, eu diria que essa vigilância sobre o nosso passado, sobre o valor dos nossos arquivos, ainda está faltando na nossa população.

Lia Calabre, historiadora:

A memória de Josef Stálin inclusive, ela serve para que não se repitam os mesmos erros, ela serve para que se aprenda e se caminhe. Os processos constantes de apagamento. Existe um depósito obrigatório de documentação que não é feita, na verdade se a gente pensar, desde que a capital foi para Brasília, os documentos não vieram mais para o Arquivo Nacional. [4080]

Quantos registros? Fernando Henrique Cardoso recupera a memória das mais influentes personalidades da história do país.

Uma das principais obras do barão chama-se "Efemérides Brasileiras". Foi publicada parcialmente em 1891 e mostra o serviço de um artesão. Ele colecionou os acontecimentos de cada dia da nossa história e enquanto viveu atualizou o manuscrito. Vejamos o que aconteceu no dia 8 de julho. Diz ele:

- Em 1691 o padre Samuel Fritz, missionário da província castelhana dos Omáguas, regressa a sua missão, depois de uma detenção de 22 meses na cidade de Belém do Pará (ver 11 de setembro de 1689).

- Em 1706 o rei de Portugal mandou fechar uma tipografia que funcionava no Recife.

- Em 1785 nasceu o pai do Duque de Caxias.

- Em 1827 um tenente repeliu um ataque argentino na Ilha de São Sebastião.

- Em 1869 o general Portinho obriga os paraguaios a abandonar o Piraporaru e atravessa esse rio.

- Em 1875 falece no Rio Grande do Sul o doutor Manuel Pereira da Silva Ubatuba, a quem se deve a preparação do extractum carnis, que se tornou um dos primeiros artigos de exportação daquela parte do Brasil.

Ainda bem que o barão estava morto em 2014 julho que a Alemanha fez seus 7 a 1 contra o Brasil.

(...) Quem já foi ministro das relações exteriores como eu trabalha numa mesa sobre a qual a um pequeno busto do barão. É como se ele continuasse lá vigiando seus sucessores.

Ele enfrentou as questões de fronteiras com habilidade de um advogado e a erudição de um historiador. Ele ganhava nas arbitragens porque de longe o Brasil levava a melhor documentação. Durante o litígio com a Argentina fez com que se localiza-se o mapa de 1749, que mostrava que a documentação adversária estava simplesmente errada.

Esse caso foi arbitrado pelo presidente Cleveland dos Estados Unidos e Rio Branco preparou a defesa do Brasil morando em uma pensão em Nova York. Conforme registrou passou quatro anos sem qualquer ida ao teatro ou a divertimento.

Vitorioso nas questões de fronteiras tornou-se um herói nacional. Poderia desembarcar entre um Rio, coisa que Nabuco provavelmente faria. O barão ouviu a sentença da arbitragem em Washington e quieto tomou o navio de volta para Liverpool. Preferia viver com seus livros e achava-se um desajeitado para a função de ministro.


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