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1610, há 416 anos...
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Direto ao ano:
..  


Acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho
23 de maio de 1610, domingo ver ano
•  Fontes (1)
  
  
1 fontes

  1ª fonte  
  Data: 2016

“O Barro cinzento paulista”. Edileine Carvalho Vieira


Em 23 de maio de 1610, há o registro de uma ata que trata de um acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho, com uma descrição bastante minuciosa sobre o material que deveria ser empregado, sobre os dados “arquitetônicos” como altura, largura, prazos de entrega e os valores que deveriam ser pagos pelo trabalho, incluindo as multas pelo não cumprimento do acordo. E mais uma vez surge a informação da possível existência de fornos na Vila:

que fizese o pelourinho desta vila na forma e manrª seguinte de tijolo cozido e baro e baro de doze peis em quadra e de tres degraos de alto com degraos de palmo e meo e de fazer o que for necesario pª que fique bem feito e composto e proporsionado e de altura de vimte e dous palmos do degrao pª sima e de grousura de quatro palmos por cada fase o que tudo se obriga a fazer por preso e cõtia de seis mil rs.
[24077]


Em 23 de maio de 1610, há o registro de uma ata que trata de um acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho, com uma descrição bastante minuciosa sobre o material que deveria ser empregado, sobre os dados “arquitetônicos” como altura, largura, prazos de entrega e os valores que deveriam ser pagos pelo trabalho, incluindo as multaspelo não cumprimento do acordo. E mais uma vez surge a informação da possível existência defornos na Vila:que fizese o pelourinho desta vila na forma e manrª seguinte de tijolo cozido ebaro e baro de doze peis em quadra e de tres degraos de alto com degraos depalmo e meo e de fazer o que for necesario pª que fique bem feito e composto eproporsionado e de altura de vimte e dous palmos do degrao pª sima e degrousura de quatro palmos por cada fase o que tudo se obriga a fazer por preso ecõtia de seis mil rs.



  1ª fonte  
  Data: 2016

“O Barro cinzento paulista”. Edileine Carvalho Vieira


Em 23 de maio de 1610, há o registro de uma ata que trata de um acordo entre a Câmara e Fernando Álvares para a construção do Pelourinho, com uma descrição bastante minuciosa sobre o material que deveria ser empregado, sobre os dados “arquitetônicos” como altura, largura, prazos de entrega e os valores que deveriam ser pagos pelo trabalho, incluindo as multas pelo não cumprimento do acordo. E mais uma vez surge a informação da possível existência de fornos na Vila:

que fizese o pelourinho desta vila na forma e manrª seguinte de tijolo cozido e baro e baro de doze peis em quadra e de tres degraos de alto com degraos de palmo e meo e de fazer o que for necesario pª que fique bem feito e composto e proporsionado e de altura de vimte e dous palmos do degrao pª sima e de grousura de quatro palmos por cada fase o que tudo se obriga a fazer por preso e cõtia de seis mil rs.
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ANO:96

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