'Ufólogo diz ter mantido contato por cartas com ETs que vivem na Terra 0 28/06/2015 Wildcard SSL Certificates
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   28 de junho de 2015, domingo
Ufólogo diz ter mantido contato por cartas com ETs que vivem na Terra
      Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

  
  


Jorge Facury contou experiência em encontro ufológico em Sorocaba (SP).Moradores relatam casos de aparições de óvnis na região.Enquanto a existência de seres extraterrestres é discutida entre vários grupos da população - de leigos a especialistas sobre o assunto - uma minoria afirma com veemência que eles não só existem, como alguns já vivem entre nós. É o caso do ufólogo Jorge Facury, morador de Sorocaba (SP). Durante anos, ele afirma ter se correspondido por cartas com um grupo de ETs que vive no Brasil."Mantive contato de uma forma diferente do que as pessoas imaginam. Não houve abdução, nunca encontrei um extraterrestre, mas conversei por cartas durante muito tempo", conta Facury. Porém, para chegar a esse ponto, a "relação" com a ufologia começou cedo. Na infância, ele e o irmão, Michel, passavam horas olhando para o céu à procura de objetos. "Parecia que ele sentia saudade de alguma coisa", afirma Michel.Mas foi na década de 80, já morando em Sorocaba, que o então adolescente teve seu primeiro contato com o mundo dos Ufos. Na época com 18 anos, Jorge estudava na escola Antônio Padilha, no Centro. Quando ia da quadra para o prédio da escola, sozinho, viu uma cena que chamou a atenção. "A linha do horizonte estava vermelha, parecia em brasa. Achei que era um incêndio e subi numa mureta para ver melhor. Foi quando percebi que, na verdade, era uma forma luminosa. Em um milésimo de segundo, ela se projetou do horizonte até o ponto imediatamente acima de mim. Parecia uma bola de fogo", relata.Logo em seguida, ele afirma que, tão rápido quanto chegou, o objeto foi embora. A cena ficou na cabeça do homem e nunca mais saiu. "Me lembro perfeitamente. Era 27 de outubro de 1983. Fiquei abalado emocionalmente", diz Facury. Depois, o interesse pela ufologia só cresceu, e ele e o irmão passaram a "caçar" óvnis em várias cidades.Depois de várias aparições, Jorge decidiu dar um passo à frente. "Escrevi uma carta para uma revista pedindo que, se houvesse algum extraterreste lendo, me respondesse a carta. Recebi várias cartas tirando sarro, me chamando de louco, mas também recebi a resposta que eu queria. Era uma extraterreste que dizia morar em uma "base" em São Lourenço, em Minas Gerais. A partir daí, passei a me comunicar com ela e descobri que ela era uma criança, princesa do povo dela", conta o ufólogo.Mais tarde, Facury diz que acabou se correspondendo também com outros extraterrestes do mesmo grupo. Ainda segundo ele, as cartas vinham de um endereço na cidade mineira cuja moradora os ETs diziam controlar por hipnose. Curioso, o ufólogo foi até o local e descobriu que a dona da casa, uma idosa, tinha realmente o nome que os ETs citaram, mas disse não saber nada a respeito de cartas enviadas a ele. O contato foi interrompido depois que a suposta princesa voltou ao local de origem, um planeta com seis luas e céu cor de vinho.Atualmente, os irmãos Facury são reconhecidos na área por vários grupos de estudos ufológicos. Jorge, inclusive, tem um livro publicado sobre o assunto. Na semana passada, os dois deram uma palestra no 1° Encontro Ufológico de Sorocaba e relataram os acontecimentos que os tornaram especialistas no assunto. "Nunca tivemos a intenção de ser ufólogos. As pessoas que nos intitularam assim", diz Michel.Fenômenos na regiãoNo Encontro Ufológico, o G1 conversou com outros especialistas da região para relembrar alguns casos de repercussão. O caso do bairro Mirante dos Óvnis, em Votorantim (SP), foi um deles. "O nome já veio devido aos avistamentos ali. Inclusive, esse é um dos poucos lugares no Brasil que recebeu um nome relacionado a ufos. Na década de 60, houve o suposto pouso de uma nave em um campo de futebol ali, e muitas pessoas avistaram", conta o presidente do Grupo de Estudos e Pesquisas Ufológicas de Sorocaba (Gepus), Marco Aurélio Leal, que deu uma palestra sobre o caso Varginha.Ainda na região, entre Araçoiaba da Serra e Iperó, existe o Morro de Ipanema, também famoso por supostas aparições de óvnis. Segundo Marco Aurélio, o local já foi inclusive palco de investigações militares. "Em 1972, a Aeronáutica ficou sabendo dos avistamentos e foi investigar. Até a Nasa já veio para cá, porque ali as tempestades com raios são terríveis. O morro tem uma concentração muito grande de magnetita, uma espécie de ímã com poder eletromagnético", afirma.Em Sorocaba, o ufólogo Marcos Gurgel relata mais duas histórias. "Teve o ufo do Jardim América, nos anos 90. Várias famílias relataram ter visto uma bola de luz alaranjada, do tamanho de um carro, flutuando no nível da rua. Nós acreditamos que seja uma sonda ou uma nave pequena, para apenas um tripulante", diz Marcos.Além do suposto pouso no Morro dos Óvnis, Votorantim teve outro caso lembrado por Marcos. "Um homem que era vereador na época disse estar no carro e ter visto uma nave em formato triangular relativamente baixa, abaixo da rota de aviões. Ele observou o objeto por um tempo e deu um sinal de luz. Nesse momento, a nave se deslocou e foi pairar bem acima do carro dele", conta o ufólogo.


Registros mencionados

1972
Ovnis
Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

• Fontes (1)

• Temas (2): Extraterrestre e sobrenatural; Montanha Sagrada DO Araçoiaba

• Cidades (3): Sorocaba/SP; Araçoiaba da Serra/SP; Iperó/SP

27 de outubro de 1983, quinta-feira
Avistamento
Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

• Temas (1): Extraterrestre e sobrenatural

• Cidades (1): Sorocaba/SP

O que é História?
Abraham Lincoln (1809-1865) dizia que "se não for verdade, não é História. Porém, é possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade.

Existiu um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística. [28174] Você votaria neste homem Adolf Hitler (1889-1945)?



Quantos ou quais eventos são necessários para uma História?
Segundo Aluf Alba, arquivista do Arquivo Naciona: o documento, ele começa a ser memória já no seu nascimento, e os documentos que chegam no Arquivo Nacional fazem parte de um processo, político e técnico de escolhas. O que vai virar arquivo histórico, na verdade é um processo político de escolhas, daquilo que vai constituir um acervo que vai ser perene e que vai representar, de alguma forma a História daquela empresa, daquele grupo social e também do Brasil, como é o caso do Arquivo Nacional.

É sempre um processo político de escolha, por isso que é tão importante termos servidores públicos posicionados, de pessoas preparadas para estarem atuando nesse aspecto.


Mary Del Priori, historiadora:

Nós temos leis aqui no Brasil, que são inclusive eu diria bastante rigorosas. Elas não são cumpridas, mas nós temos leis para arquivos municipais, estaduais e arquivos federais, que deveriam ser cobradas pela própria população, para manutenção desses acervos, acervos que estão desaparecendo, como vimos recentemente com o Museu Nacional e agora com a Cinemateca de São Paulo. E no caso dos arquivos municipais, esses são os mais fragilizados, porque eles tem a memória das pequenas cidades e dos seus prefeitos, que muitas vezes fazem queimar ou fazem simplesmente desaparecer a documentação que não os interessa para a sua posteridade. Então esse, eu diria que essa vigilância sobre o nosso passado, sobre o valor dos nossos arquivos, ainda está faltando na nossa população.

Lia Calabre, historiadora:

A memória de Josef Stálin inclusive, ela serve para que não se repitam os mesmos erros, ela serve para que se aprenda e se caminhe. Os processos constantes de apagamento. Existe um depósito obrigatório de documentação que não é feita, na verdade se a gente pensar, desde que a capital foi para Brasília, os documentos não vieram mais para o Arquivo Nacional. [4080]

Quantos registros? Fernando Henrique Cardoso recupera a memória das mais influentes personalidades da história do país.

Uma das principais obras do barão chama-se "Efemérides Brasileiras". Foi publicada parcialmente em 1891 e mostra o serviço de um artesão. Ele colecionou os acontecimentos de cada dia da nossa história e enquanto viveu atualizou o manuscrito. Vejamos o que aconteceu no dia 8 de julho. Diz ele:

- Em 1691 o padre Samuel Fritz, missionário da província castelhana dos Omáguas, regressa a sua missão, depois de uma detenção de 22 meses na cidade de Belém do Pará (ver 11 de setembro de 1689).

- Em 1706 o rei de Portugal mandou fechar uma tipografia que funcionava no Recife.

- Em 1785 nasceu o pai do Duque de Caxias.

- Em 1827 um tenente repeliu um ataque argentino na Ilha de São Sebastião.

- Em 1869 o general Portinho obriga os paraguaios a abandonar o Piraporaru e atravessa esse rio.

- Em 1875 falece no Rio Grande do Sul o doutor Manuel Pereira da Silva Ubatuba, a quem se deve a preparação do extractum carnis, que se tornou um dos primeiros artigos de exportação daquela parte do Brasil.

Ainda bem que o barão estava morto em 2014 julho que a Alemanha fez seus 7 a 1 contra o Brasil.

(...) Quem já foi ministro das relações exteriores como eu trabalha numa mesa sobre a qual a um pequeno busto do barão. É como se ele continuasse lá vigiando seus sucessores.

Ele enfrentou as questões de fronteiras com habilidade de um advogado e a erudição de um historiador. Ele ganhava nas arbitragens porque de longe o Brasil levava a melhor documentação. Durante o litígio com a Argentina fez com que se localiza-se o mapa de 1749, que mostrava que a documentação adversária estava simplesmente errada.

Esse caso foi arbitrado pelo presidente Cleveland dos Estados Unidos e Rio Branco preparou a defesa do Brasil morando em uma pensão em Nova York. Conforme registrou passou quatro anos sem qualquer ida ao teatro ou a divertimento.

Vitorioso nas questões de fronteiras tornou-se um herói nacional. Poderia desembarcar entre um Rio, coisa que Nabuco provavelmente faria. O barão ouviu a sentença da arbitragem em Washington e quieto tomou o navio de volta para Liverpool. Preferia viver com seus livros e achava-se um desajeitado para a função de ministro.


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