'Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba - 1597-1810. Franciely das Luz Oliveira 0 01/01/2020 Wildcard SSL Certificates
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Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba - 1597-1810. Franciely das Luz Oliveira
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Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba, 1597-1810. Página 39

Por fim, localizadas ao sul da capitania de São Vicente estavam várias nações de origem Guarani. Eram os chamados Carijós, possivelmente um dos maiores subgrupos, e habitavam a parte meridional da capitania.

Sendo grandes ageicultures, rapidamente foram notados pelos colonizadores e religiosos. Antes mesmo da fundação da capitania de São Vicente, já havia um notável tráfico de escravizados no litoral sul e, na metade do século XVI, muitos escravizados presentes nos engenhos de açúcar de Santos e São Vicente eram de origem carijó, justamente por conta de algumas de suas habilidades que sobressaiam aos olhos colonizadores. [Página 41]

das línguas tupi e português) continuou sendo utilizada oficialmente até o século XVIII, quandofoi extinguida pelas reformas pombalinas 67.A necessidade do domínio das línguas nativas era primordial, pois era precisotraduzir símbolos e aspectos fundamentais da religião católica. Apesar disso, John Monteirodemonstra que os jesuítas claramente perceberam a necessidade de adoção de práticasperformáticas, de cunho indígena, para alcançar algum sucesso. Ainda que algum resultadofosse alcançado nas estratégias de conversão, os religiosos como Nóbrega e Anchietamostravam-se insatisfeitos com certa inconstância por parte dos nativos. Às vezes, elesaceitavam a prática do batismo, mas depois voltavam aos antigos costumes 68.Por mais que houvesse enorme resistência por parte dos povos indígenas, as aldeiastomavam cada vez mais um caráter de assentamentos coloniais. Assim, ficava explícita adiferença entre os sujeitos do “sertão” e aqueles sob domínio religioso, iniciados na doutrinacristã. Todas as aldeias eram amparadas com terras, e antes de reconhecer algum direito aosindígenas, a doação significava uma relação de sujeição. De todo modo, o estabelecimento dasprimeiras aldeias não foi instantâneo. Ele foi marcado por um período de intenso conflito. Porexemplo, as aldeias de Pinheiros e de São Miguel, apesar de terem sido fundadas junto com aVila de São Paulo, só se configuraram territorialmente cerca de 20 anos depois, em 1580 69. Éexplícito que a “porta do sertão” não foi imediatamente descortinada pelos colonizadores.Uma outra característica que impactou a população indígena foi o carátermultiétnico que os aldeamentos adquiriram70. Consoante John Monteiro, havia no início doprocesso de aldeamento uma continuidade no estabelecimento dos grupos étnicos, prevalecendoa presença de povos tupis.

Em seguida, passou a haver progressiva inserção de vários indígenas de origem Guaianá e Carijós, além de outras etnias 71. Esse é o caso de um terceiro aldeamento, que tinha por nome Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos. Formado nos anos de 1580, tinha como característica uma maior mistura étnica em relação aos demais.

Dentre diversos grupos, nele estavam presentes Maromomins (Guarulhos), Guaianás e Ibirabaquiyaras (Caiapós da região sul). De forma semelhante, um quarto assentamento também surgiu, com as mesmas particularidades dos demais: tratava-se da aldeia de Nossa Senhora da Escada, em Barueri, criada no início do século XVII após um “descimento” de um grupo Carijó (Guarani) 72.

A disputa pelo trabalho indígena foi o núcleo de várias controvérsias ao longo doperíodo colonial. Segundo John Monteiro, é possível identificar, nesse contexto, o papel demediação das lideranças indígenas que, juntamente com os padres jesuítas e com os capitãesbrancos, controlavam o acesso dos indígenas às aldeias. Em vários casos, os chefes nativosutilizavam seu poder de negociação junto às autoridades coloniais. Quando não haviacorrespondência quanto às exigências desses últimos, a violência era a principal forma deintimidação 73.A fim de evitar a negociação com os jesuítas e com as lideranças indígenas para teracesso à mão de obra nativa, os colonos prontamente buscaram acessá-la por outras vias. ParaJohn Monteiro, “o apresamento direto de índios constituiu, em certo sentido, um prolongamentodas guerras que marcaram as primeiras décadas da presença europeia no Planalto”.Os chefes indígenas também ajudavam os colonos nas “entradas” sertão adentro.Ainda assim, as tentativas de escravização geravam vários atos de resistência 74. Um casoemblemático foi a revolta ocorrida na aldeia de Pinheiros em 1590, um intenso processo deresistência aos mecanismos da escravidão. O episódio é até hoje bastante rememorado pelahistoriografia. Permeado de reações extremamente violentas por parte dos colonos, ele marcauma fase de ocupação da região, e seus desdobramentos estão conectados com a história dasminas de ferro do morro do Araçoiaba 75.Ao que parece, alguns grupos aldeados em São Miguel e Pinheiros optaram porapoiar os indígenas do sertão, que estavam decididos a expulsar os brancos, colonos europeus.Inesperadamente eles organizaram uma aliança entre populações dos grupos Tupi e Guaianás,junto com os indígenas das aldeias – somavam-se, portanto, à empreitada “gentios” e indígenascristianizados.

Em 1590, de acordo com a Câmara municipal, ‘se juntaram todas as aldeiasdo sertão desta Capitania’ para rechaçar a presença europeia na região.Naquela ocasião, uma força aliada de Guianá e Tupiniquim assolou umaexpedição de cinquenta homens, sob a liderança de Domingos Luís Grou eAntonio Macedo, nas proximidades da futura vila de Mogi das Cruzes. Dandosequência a esta vitória, os aliados indígenas lançaram novos ataques aos sítiosportugueses localizados ao longo do rio Pinheiros e, com o apoio dos [Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico, 2020. Franciely da Luz Oliveira.. Páginas 46 e 47]

A “miúda” Vila de São Paulo estava situada num dos pontos mais íngremes da serra adjacente à principal trilha utilizada pelos Tupiniquim ao longo de seus acessos ao litoral, o Peabiru. O caminho também possibilitava um amplo ingresso ao enorme interior ao sul e a oeste. Não tardou para que os portugueses explorassem a rota. John Monteiro localizou o casode um viajante por nome Francisco Vidal, que em 1553, por exemplo, foi para o Paraguai valendo-se desse trajeto. Quando retornou estava em posse de vinte escravos de origem Guarani 79.

Ao largo da primeira etapa de colonização da América Portuguesa, o sertão era umespaço vasto, desconhecido, de traços imprecisos, situado nas cercanias dos pequenos núcleosde povoamento da administração colonial. No geral, na produção cartográfica da época diziarespeito a territórios que estavam sob o controle dos nativos 80. Como nos esclarece AlidaMetcalf, tinha-se uma noção de que a América em seu estado natural era coberta por:Altas florestas agrestes, habitadas esparsamente por tribos indígenas, cobriama maior parte do sertão. Os rios que nasciam nas serras serpenteavam pelasflorestas e finalmente desaguavam no Oceano Atlântico propiciavam as únicasvias de acesso ao sertão em que se podia confiar.”81No caso paulista, o intenso convívio com os povos da terra, fosse pelas relações deapresamento, escravidão ou pelo estabelecimento de laços de parentesco, possibilitou aquiloque Glória Kok caracteriza como uma “decodificação dos territórios indígenas”. Para ela, aformação de uma “geografia colonial” encontraria raízes na própria noção de espacialidade dosindígenas e na ação dos agentes coloniais, que, norteados por uma observação acurada,possibilitariam o domínio do território americano 82.Muitas técnicas elaboradas e transmitidas pelos indígenas foram fundamentais nas“bandeiras, monções e levas de povoadores para as fronteias, capazes de enfrentar florestastropicais, descampadas, serras íngremes, rios encachoeirados e terrenos pantanosos”. Eramconhecimentos que integravam aquilo que Kok definiu como uma “cartografia indígena”, ou [Página 49]

Em 1590, de acordo com a Câmara municipal, "se juntaram todas as aldeias do sertão desta Capitania" para rechaçar a presença européia na região. Naquela ocasião, uma força aliada de Guianá e Tupiniquim assolou uma expedição de 50 homens, sob a liderança de Domingos Luis Grou e Antonio de Macedo, nas proximidades da futura vila de Mogi das Cruzes. Dando sequência a esta vitória, os aliados nativos lançaram novos ataques aos sítios portugueses localizados ao longo do rio Pinheiros e, com o apoio dos residentes do aldeamento de Pinheiros, fizeram uma rebelião surpreendente contra o controle europeu da região. Da mesma forma, um ano depois, a oeste da vila, no local denominado Parnaíba, os nativos aniquilaram outra expedição escravista no rio Tietê. [Páginas 48 e 49]

O sertanista Afonso Sardinha, não há dúvidas, utilizou as veredas abertas pelos nativos ao acessar os sertões. Incumbido de “fazer guerra para resguardo e satisfação do seu cargo e ofício”, aproveitou-se do motivo para apreender indígenas das regiões longínquas da densa Mata Atlântica. Provavelmente em algumas dessas andanças encontrou alguns depósitos de ferro. As minas de Biraçoiaba ou Araçoiaba, estavam localizadas justamente nas proximidades de um dos trechos do Peabiru que circundavam o morro. (Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba, 1597-1810, 2020. Franciely das Luz Oliveira. Página 51)

Ainda sobre as minas do Araçoiaba, Rodrigues afirma que há uma enorme confusão em relação à data de sua descoberta, pois há "os metais achados em Biraçoiaba há 25 léguas para o sertão e o engenho de ferro a três léguas dessa Vila de São Paulo, à margem do Geribatuba, no sítio Birapuera".

Ambas, coincidentemente, foram encontradas pelos Sardinhas, pai e filho. No caso das primeiras, a autora, após uma incursão por várias tipologias de registros ainda disponíveis, conclui que foram encontradas por volta de 1597. Nessa data, Afonso Sardinha, o pai, esteve ausente, nos sertões, por muito tempo. Além disso, no mesmo período, não participou de nenhum "ajuntamento" da câmara. [Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico, 2020. Franciely da Luz Oliveira. Página 52]

Há poucas fontes sobre o morro do Araçoiaba que trazem detalhes sobre a exploração de ferro no final do século XVI. Um dos únicos documentos escritos carrega os seguintes dizeres:

"e que os moradores os mais deles ajudarão com peças a trazer a cal com o que o dito engenho se fez de Santos para esta vila sem interesse nenhum somente por servirem a sua majestade como é notório e Afonso Sardinha fez o engenho a sua custa e sempre deu ajuda com sua pessoa e escravizados" ["Sessão de 15 de fevereiro de 1609". ACSP, v. 2, p. 236. Citado por VELLOSO, Gustavo, Op. cit., 2018, p. 132.]. E, estes últimos sujeitos, certamente, tratavam-se de escravizados nativos. [Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico, 2020. Franciely da Luz Oliveira. Páginas 52 e 53]

D. Francisco, imbuído por uma série de mitos, armou em 1596 algumas expedições com origem em São Paulo, Espírito Santo e Bahia, com destino ao Rio São Francisco. Todas elas contavam com um amplo número de nativos para acessar o território, além da participação dos agentes coloniais. Não houvera nenhum achado de algum metal precioso, principalmente ouro ou prata. No entanto, os que voltaram para São Paulo estavam sob posse de alguns Tupinambás, capturados no vale do Paraíba. [Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba, 1597-1810, 2020. Franciely das Luz Oliveira. Página 54]



Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico:
Data: 01/01/2020
Créditos/Fonte: Franciely das Luz Oliveira
Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba, 1597-1810. Página 46
ID: 12428


Registros mencionados

1000
Diáspora carijó / Migração tumpinambá
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• Pessoas (1): Adolfo Frioli (n.1943)

• Temas (22): Amazônia; Arqueologia; Botocudos; Caciques; Caminho do Mar; Caminho do Peabiru; Carijós/Guaranis; Cemitérios; Curiosidades; Estradas antigas; Gentios; Geografia e Mapas; Incas; Jê; Peru; Rio Itapocú; Rio Solimões; Rodovia Raposo Tavares; Titanic; Tupi-Guarani; Tupinambás; Tupis

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1350
Os “Atumuruna”, em 1350, teriam sido os construtores do Peabiru
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30 de junho de 1553, terça-feira
Mais um parente do capitão-mor Antônio de Oliveira, representante do "proprietário" das terras adquiriu em Assumpção trinta e dois índios guaranys, a troco de ferro, para vende-los nas capitanias do norte
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• Temas (5): Bandeirantes; Caminho do Peabiru; Carijós/Guaranis; Guayrá; Metalurgia e siderurgia

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11 de novembro de 1560, sexta-feira
Padre José de Anchieta ergueu a Capela de Nossa Senhora da Escada em Barueri
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• Cidades (7): Barueri/SP; Itapetininga/SP; Itu/SP; Santana de Parnaíba/SP; São Roque/SP; São Roque/SP; Sorocaba/SP

1578
Evidências de que Afonso Sardinha teria "descoberto" o “Araçoiaba”
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• Pessoas (11): Afonso Sardinha, o Velho (47 anos); Brás Cubas (71 anos); Clemente Álvares (9 anos); Domingos Luís Grou (78 anos); Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878); Francisco Leopoldo de Aguirre (1852-1890); Heliodoro Eobanos ; Jerônimo Leitão ; John Whithal (João Leitão) ; Luís Gonzaga da Silva Leme (1852-1919); Wilhelm Ludwig von Eschwege (1777-1855)

• Temas (26): Apoteroby (Pirajibú); Bairro Itavuvu; Bituruna, vuturuna; Buraco de Prata; Cajurú; Caminho do Peabiru; Caminhos/Estradas até Ibiúna; Estradas antigas; Fazenda Ipanema; Fortes/Fortalezas; Itapeva (Serra de São Francisco); Lagoa Dourada; Léguas; Montanha Sagrada DO Araçoiaba; Morpion; Nheengatu; Ouro; Peru; Pirapitinguí; Prata; Rio Cubatão; Rio Sorocaba; Rio Ypanema; Saboó; Serra de Ibituruna; Serra de Jaraguá

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1580
Guarulhos
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• Temas (5): Aldeia Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos; Bilreiros de Cuaracyberá; Caiapós; Guaianás; Marumiminis

• Cidades (1): Guarulhos/SP

1596
André de Lião, fidalgo de Beringel, comunica Francisco de Sousa da "prata de Sabarabuçú"
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• Temas (5): Ouro; Pitanguy; Rio São Francisco; Sabarabuçu; Estrada Geral

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1597
Tem minas de ouro de lavagem nas chamadas de Vuturuna, em cuja terra as descobrio no anno de 1597 o Paulista Afonso Sardinha, como fica referido
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• Temas (14): Apoteroby (Pirajibú); Bairro de Aparecidinha; Beneditinos; Bituruna, vuturuna; Buraco de Prata; Engenho(s) de Ferro; Léguas; Metalurgia e siderurgia; Mosteiro de São Bento SP; Ouro; Pirapitinguí; Prata; Primeira Matriz; Sabarabuçu

• Cidades (5): Araçoiaba da Serra/SP; Itu/SP; Santana de Parnaíba/SP; São Paulo/SP; Sorocaba/SP

14 de novembro de 1598, sábado
Afonso Sardinha, o moço, encontrava-se em pleno sertão acompanhado de “alguns mancebos e mais de cem índios cristãos” em demanda de ouro e outros metais / Metalúrgicos se estabeleceram na região / Carijós fogem para Paranapanema
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• Pessoas (5): Afonso Sardinha "Moço" (f.1604); Afonso Sardinha, o Velho (67 anos); Diogo Gonçalves Lasso (f.1601); Francisco de Sousa (58 anos); Henrique da Cunha, velho (38 anos)

• Temas (7): Bandeirantes; Bacaetava / Cahativa; Carijós/Guaranis; Fazenda Ipanema; Ouro; Rio São Francisco; Caminhos/Estradas até Ibiúna

• Cidades (2): Ivaiporã/PR; Sorocaba/SP

3 de novembro de 1609, terça-feira
D. Francisco registra nos livros da Câmara quatorze provisões régias que lhe davam na Repartição do Sul poderes idênticos ao do Governador-Geral do Brasil
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• Imagens (2)

• Pessoas (5): Clemente Álvares (40 anos); Cornélio de Arzão (f.1638); Francisco de Sousa (69 anos); 2º conde do Prado (32 anos); Antônio de Sousa (25 anos)

• Temas (9): Carijós/Guaranis; Nossa Senhora da Escada; Ordem de Cristo; Ouro; Pela primeira vez; Trigo; Dinheiro$; Ordem de Cristo; Rio da Prata

• Cidades (5): Araçoiaba da Serra/SP; Barueri/SP; São Vicente/SP; Sorocaba/SP; Tucumán/ARG

2004
Dos Campos de Piratininga ao Morro da Saudade: a presença indígena na história de São Paulo, 2004. John Monteiro
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• Fontes (1)

• Temas (6): Vila de Santo André da Borda; Jesuítas; Aldeia de Pinheiros; Caminho de Pinheiros (Itú-SP); Estradas antigas; Caminho do Peabiru

• Cidades (2): São Paulo/SP; Sorocaba/SP

1987 Hitler: propaganda da W/Brasil para a Folha de S. Paulo (1987) Atualizado em 02/04/2025 00:10:21 É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade. Como a "História" de

um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística.

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