11 de julho de 1963, quinta-feira 23/10/2025 15:57:16
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Mas São Paulo não foi sempre assim, majestosa imensa. gaiharda. Com auxilio da imaginação, ao contemplarmos suas longas avenidas e seus intermináveis bairros podemos retornar ao passado e ver planícies virgens cobertas de florestas e savanas. Nativos divagando pelos descampados. Anchieta e Nóbrega com a ajuda de Ramalho erigindo o Colégio de São Paulo de Piratininga.
E mais, homens rústicos penetrando no salvagem seio das matas inexploráveis para escrever a história gloriosa das Bandeiras. Depois, bem depois, a São Paulo província dos capitaes-mores suas casas assobradadas, os primeiros dramas, as primeiras epopeias.
Quase chegamos a ver essas cenas recorrendo à fantasia aliada ao que sabemos do passado, mas, voltando à realidade, temos o privilégio de acompanhar dia a dia, mês a mês, ano a ano esses acontecimentos que se diluíram no tempo graças aos documentos do acervo histórico do Departamento de Arquivo do Estado, situado à rua D. Antonia Queiroz, nesta Capital.
Ali o passado se faz presente através de velhíssimos documentos alguns manuscritos, outros impressos ou desenhados e nos conta silenciosamente a História de São Paulo desde 1578. [Jornal Diário da Noite, 11.07.1963. Página 6]
Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileira Séculos XVI - XVII Data: 01/01/2013 Créditos/Fonte: SCHUNK, Rafael Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileira Séculos XVI - XVII. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2013. (Coleção PROPG Digital - UNESP). ISBN 9788579834301 página 181