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Luís Castanho de Almeida
Memória Histórica de Sorocaba VII. Por Luiz Castanho de Almeida
1968, segunda-feira ver ano





se transformou num casarão de alvenaria que precedeu o atual. Foi construído sob a direção do vereador doutor Olivério Pilar. São Bento doou à paroquia, para cemitério, um terreno que foi fechado e benzido em 1824, e logo se encheu, pois era pouco mais que a atual praça Carlos de Campos. Em 1834 a Câmara e o Vigário da Vara decidiram que êsse cemitério ficasse servindo nos bairros, onde já os havia, por exemplo Aparecida e Piragibú. Marcaram o cemitério da freguezia de Campo Largo no Cerrado (o Cerrado de lá), a 100 braças da matriz.

Já havia, pois, o cemitério do Salto de Pirapora na capela dasDores, talvez desde 1799, sendo que em 1863 aparece um documentoexplícito nesse sentido .

O cemitério de São Bento encheu-se de nôvo. Em julho de 1855 a Câmara ficou com mêdo do cólera morbus, ainda bem! — e escolheu o alto do Piques para cemitério, aliás bem grande. Começaram as taipas — ainda não se construía em tijolos. O cólera não chegou, menos um caso duvidoso relatado pelo boticário meio-médico Peçanha e só em fins de 1862 ficou pronto, com uma pequena grade e portão de ferro na frente, forjada por Sewaibricker. Em janeiro de 1863 saiu o regulamento e foi nomeado administrador Francisco Martins da Costa Passos. O cemitério teve o seu primeiro enterramento em dia não sabido, entre fevereiro e abril. Em junho houve 20 sepultamentos. Enfim, separou-se com muro e portão, no ponto mais alto, o cemitério dos protestantes. Em 1867 João de Oliveira Costa Neves doou à capela a imagem de Nossa Senhora da Piedade, vindado Pôrto.

A separação dos acatólicos fôra resolvida desde maio de 1870rtendo demorado a execução . Depois de 1889 derrubou-se o murodivisor. Em 1940 vi, encostada à taipa de fora, a lápide da sepulturada mãe de Júlio Ribeiro, protestante .*O teatro Santa Clara foi fundado pelos conservadores em 1839,depois que os liberais construiram o dêles . Era situado à rua daquelenome, esquina da travessa que se chamou São Benedito porque aIrmandade deste Santo, depois que o teatro estava em ruínas, tentoutransformá-lo em igreja, mas um raio caiu na pequena tôrre em 1873.O teatro Santa Clara era pequeno, mas tinha até camarotes, e neleforam levados à cena os dramas e comédias que se usavam em todo [p. 133]

O ano inteiro havia companhias dramáticas, musicista dando concerto, mágicos, ilusionistas famosos, os atores dos Quadros Vivos da Paixão e da Guerra do Paraguai, etc. Era o coração da cidade . Até 1841 as festas da sagração de Pedro II ainda foram no largo da matriz com luminários, retratos, cenário, etc. Lá êle mesmo foi festejado no teatro São Rafael em 1844. Não quer dizer que houvesse atores na terra desde essa época, pois precisaram aproveitar uma troupe de fora, tão ordinária que um sujeito andava na corda bamba e outro arremedava vozes de ani-mais . Os dois teatros num lugar pequeno possibilitaram a formação de sociedades dramáticas, principalmente a partir de 1867. Até por 1890 o papel feminino era representado por moços bonitos . Entre-tanto, já em 1852 haviam chegado companhias com atrizes como a Minervina . Francisco Luís de Abreu Medeiros pôde assim capacitar-se para escrever a sua comédia "A Feira de Sorocaba" representada em todo o centro e sul do país; Ubaldino do Amaral e Cândido Barata, depois de representarem com Antônio Gonzaga Sêneca de Sá Fleury e outros, imprimiram aqui mesmo o seu drama: "O soldado brasileiro". Antes de 1880 o dr. . Vicente Eufrásio da Costa Abreu deixou inédito o seu drama "Mártires da Escravidão" que se representava no in-terior do Estado ainda neste século . O teatro foi escola de boas maneiras (havia bailes) e de boas letras e melhor música . Por exemplo o organizador mais notável lá por 1870-1880 era o modesto artezão Antônio Joaquim Lisboa e Cas-tro, músico e ator . A República chegou também em Sorocaba pelo teatro "São Ra-fael". Estava presente uma companhia dramática qtie trazia como atrativo uma menina violinista Julieta Dionezzi, que era festejada prin-cipalmente onde houvesse uma colônia italiana e que, tornando-se adulta, perdeu todo o encanto de menina-prodígio, deixando o teatro e tornando-se amásia de um granfino da época, fora daqui. Estava pa-ra chegar, como chegou, Antônio José Ferreira Braga, do Pará, e a companhia, de malas para Botucatú, gostosamente ficou para o es-petáculo em homenagem ao chefe liberal, no domingo 17 (êle chegou a 15 mesmo) . Transformou-se a noitada em homenagem à República. comdiscurso de Vicente Eufrásio da Costa Abreu, filho de outro quase homônimo, liberal. A iluminação era com velas e depois de 1863 lampiões de que [p. 135]

Em 1841 havia uma banda de música em Sorocaba, a qual se recusou a tocar na festa dos conservadores em homenagem à sagração e coroação de Pedro II, aqui realizadas em setembro. Estava comprometida com as liberais, então no poder. Por isso aquêles chamaram um conjunto de Itú para o baile, que foi uma coisa assombrosa, com mestres-salas no saguão e no topo da escada, e os convidados, ao entrarem, sendo homens eram recebidos os com dois compassos de música, sendo mulheres, com quatro . . .A palavra banda de música ainda não era muito correntia, diziam "a música", "a música instrumental". Por ai se vê a origem de nossas bandas de música da"música do mestre-de-capela" instituição e expressão encontradiça nos éculo XVIII e antes, com o auxílio da "banda" ou "banda do regimento", de origem militar anglo-saxônica . Os músicos da capela (instrumentos e canto) passaram à banda. [Página 136]

qüentemente se ouviam missas do padre José Maurício, das quaishavia cópias em 1940 em casa do falecido maestro Fernando LuísGrohmam, coisa do museu, talvez perdida (De Parnaíba era também Nhô Lico, grande músico, que faleceuvelhinho depois de 1930, barbeiro de profissão, afim da família Belloti. Êle se chamava Francisco de Paula Aquino. As moças (queconheci velhinhas) da família formavam o côro, que saía para forada cidade, principalmente na Semana Santa. O primeiro Belloti queveiu a Sorocaba foi também o primeiro jardineiro de profissão, comanúncio no jornal, em 1852. Antônio Belloti foi da primeira turmade ferroviários da Sorocabana, e seu filho, cônega José Pedro Belloti,falecido prematuramente como vigário de Tatuí, tinha também talento musical, cantando muito bem .Para o fim do Império começa a aparecer Anibal da Costa Diasem conjuntos de amadores e nas igrejas, com o se - i saudoso fagote.Vicente Zeferino formou uma bandinha de escravos analfabetasdo coronel Antônio Lopes de Oliveira, lá por 1880, com um clarim ouclarineta, uma requinta, dois pistões, um oficlide, dois saxs, bombardão (baixo), bumbo com pratos juntos, e rufo.Antônio Evaristo de Castro Ferreira, de Cutia, ensinava primeiras letras e música . Foi mestre de Fernando Luís GrohmanÀ guerra do Paraguai não faltou Sorocaba .Em São Paulo organizou-se o "79 de Voluntários", ao qual se juntaram mais dois batalhões. Aquêle, mesmo depois de reorganizado efundido com os outros e sob nôvo nome, ficou sempre na história deSão Paulo, como o 79, e sua bandeira, com furos de balas e desbotadapelos cinco anos de glória ao relento, foi entregue em 1870 à Catedral Paulistana, onde ainda se via em 1922.Os paulistas sofreram . Primeiro partiram de São Paulo para Campinas com a Polícia, e iriam até a dantesca Retirada da Laguna comos outros, se uma ordem inesperada não os fizesse tornar do primeiro pouso, Perús . De Santos seguiram para o Rio, recebidos pelo Imperador. De lá é que partiram para a guerra, deixando mortos e doentes de bexigas em Desterro, Rio Grande (cidade), Montevideu eBuenos Aires, onde um incendio criminoso quase os levou pelosares. Enfim, em Corrientes, no rio Paraná, onde se juntavam àsfôrças da invasão . Alcançou-os outro batalhão de paulistas, mais feliz.

O 7° de Voluntários se apossou da ilha fluvial de Ataio, no Paraguai, a qual se deu o nome de Redenção, significando que o generoso povo brasileiro não odiava o povo paraguaio, apenas vingava uma ofensa de Lopes, que também tiranizava seu país. O déspota não tinha coração nem obedecia ao direito internacional. Mas os paraguaios o amavam e foram grandes soldados.

Na madrugada escura de 10 de abril de 1866, invadiram em canoas a ilhota e os nossos paulistas, com outros corpos de exército e pequena artilharia, tiveram o seu batismo de fogo. Ai pereceram, como se lê no jornal O Araçoiaba em duas linhas, os sorocabanos João Cordeiro e João Grohmann. Do primeiro pouco se sabe. Mais tarde havia na rua Direita um mestre particular de beabâ e pintor de santos de mastro, EstevãoCordeiro. O segundo era irmão de dez ou onze, entre os quais FernandoLuís Grohman e dona Tereza Grohman, que viviam até há pouco.

Infelizmente, além dêsses mortos, só se sabe dos seguintes voluntários sorocabanos: Alferes Francisco de Paula Penteado, quevoltou com beriberi e recebeu um cartório, capitão Firmino Tristãode Almeida, casado em São Roque em 1883, general (promovido depois da República) Bento Evaristo de Almeida Bicudo, Bento de Mascarenhas Jequitinhonha, que também teve um cartório onde é a Telefônica Brasileira, pai de Renato e avô de Artidoro Mascarenhas,Francisco Aires Bicudo (sargento), Elias de Oliveira Machado, Francisco José Ribeiro, José Rodrigues de Oliveira, Joaquim Antôniode Oliveira Rosa e Amaro Bueno de Almeida . A 11 de março de1865 partiram para São Paulo os 40 primeiros voluntários .O general (promovido depois da República) Antônio de Mascarenhas Camelo, sorocabano, foi vereador em sua terra, e lá por1860 mudou-se para a sua estância no Rio Grande do Sul, dondepartiu com um corpo de gauchos . Bento Bicudo era aluno do prof .Toledo, no Lageado, partiu com José Gomes Pinheiro Machado, queera de Itapetininga . O capelão do colégio, pacire Francisco de Albuquerque, ofereceu-se ao Ministério da Guerra e não foi aceito.

Após o entusiasmo do voluntariado, viu- se que a guerra demorava e, então, muitos senhores mandaram um escravo voluntário que, assim dizem, se libertava. Por exemplo os Lopes, o dr. José Maria de Souza. Ou davam 200 mil réis a algum livre que desejasse ir em seu lugar. E, em novembro de 1866, começou o recrutamento à fôrça pelos matos, por ordem do presidente Tavares Bastos. Diz a lenda que uma figueira da Aparecida escondia os fujões, mesmo que os recrutadores acampassem do outro lado da árvore. Foram mais de 20 os recrutados. Quando um jovem se via recrutado e não fugia, obedecendo à lei como fazem hoje os sorteados, apresentando-se ao delegado, não se pode dizer que era um. Havia muitos.

Assim pois sem distinção, mesmo porque a coragem se mostra no campo de batalha, foram festejados, em 6 de maio de 1870, os que voltaram, talvez uns 20. Sangue sorocabano de brancos e pretos banhou aquêles charcos. Os voluntários que não foram a Mato Grosso por terra diretamente, lá chegaram pelo Paraguai, em operação de limpeza, em 1870, e estiveram perto de Serro Corá, tendo alguns ao que consta, visto a Lopes morto. Calculamos em cem o número de voluntários e recrutas sorocabanos.

Com a guerra da Secessão dos Estados Unidos, as tecelagens da Inglaterra recorreram ao algodão do Brasil. Até então era cultivado o algodão arbóreo, que dava até três anos. As primeiras sementesde algodão herbáceo foram um selamin (quase quatro litros) que a Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional enviou a Francisco Gonçalves de Oliveira Machado em 1863. A chácara dêle era onde hojeestá a fábrica Santa Rosália. O pioneiro, em 1864 ou 1865, construiu uma roda de água no Lageado, a qual inda existia em 1940, no mesmo local do moinho de Baltasar Fernandes, e instalou suas máquina de beneficiar. Êle era engenheiro prático, com alguns estudosno antigo Gabinete Topográfico de São Paulo . Manuel Lopes de Oliveira já tinha o motor a vapor, na Chácara Amarela, e que viera daInglaterra em 1852 para mover seus cinco teares mecânicos trabalhando com algodão arbóreo . Instalou nova máquina de beneficiar eplantou o herbáceo em tôda a chácara . Os avós contaram aos velhosque entrevistei, que onde é o Ginásio de Esportes estava tudo plantado de algodão .Roberto Dias Batista derrubou sete alqueires de mato em Saltode Pirapora — coisa nunca vista — para plantar algodão . Não vemnos mapas, mas chamou-se o sítio dos 7 Alqueires . Sua máquina erana esquina da rua da Penha com a travessa da Quitanda (Mailasky) .As casas vagas, eram alugadas para depósito do algodão . A sementeapodrecia fora, e havia reclamações . Algumas dezenas de máquinasa vapor e a água na cidade e chácaras, e os braços ocupados na lavoura do ouro branco. Souza Mursa não os encontrava para o Ipanema . O ciclo do algodão em grande quantidade durou até perto de1880 e poucos . Era vendido a 3 mil réis a arrôba . Chegando à Inglaterra, o algodão de Sorocaba, o melhor da Provincia, era apenas oalgodão de Santos . Depois acabaram os matos, as terras cansaram esempre havia pequenas lavouras que, junto com alguns fardos de fora,ainda sustentaram máquinas de benefício de Pereira Inácio no Cerrado, aí por 1916. Êle tentou arranjar gente para plantar o algodãoem sua fazenda de São Francisco em 1917, junto da tecelagem .Os engenhos de cana, embora poucos, continuaram moendo.Vê-se pelos anúncios que não bastavam nem para a população pobre, [Páginas 138, 139 e 140]

pois os armazens vendiam açúcar de Pernambuco (mascavo e redon-do e alvo) e, desde 1888 de Pôrto Feliz. Os anúncios nos ensinam que havia negócios de alambiques e fazia-se pinga nos pequenos sitios, mas os três ou quatro grandes engenhos acabaram por 1880-1890.

O café, cultura de pomar, passou a plantação para comércio cer-ca de 1820. A marcha de café parava em Sorocaba e Itapetininga em 1835. Mas ai estão incluidas as plantas do alferes João Luís, dos Campo Largo. Francisco Lopes de Oliveira, Lacerda e outros, lá por 1840 tinham cafezais no Salto de Pirapora . A serra de São Fran-cisco parece que não se prestava para essa cultura. Em 1875 todos sabiam que a Sorocabana teria deficit por não servir, então, terras cafeeiras.

Em 1840 chegou o dr. Borgoff, que depois se mudou para São Paulo e faleceu em Niterói. Já morava aqui o cirurgião Antônio José Chaves . Em 1852 o dr. Felix Ibarra, argentino, exilado por Rosas, feste-jou a queda do ditador. Em 1852 foi-se embora para Campinas o dinamarquês dr. Teo-doro Landgaard. Em 1866 o dr . Virgílio Augusto de Araújo foi bem sucedido numa operação de parotida. dr. Manuel Lavrador, do Rio, aqui residiu com a família cêr-ca de 1880. Mudou-se para Ponta Grossa e foi federalista em 1894. dr . Inácio Pereira da Rocha, de Caçapava, formado em Bru-xelas, casou-se com uma filha do dr . Ferreira Braga e aqui residiu de cêrca de 1884 a 1896. médico, doutor José Francisco Correia, paranaense, falecido em São Paulo em 1879, havia feito em Sorocaba seus estudos pre-paratórios. médico, doutor Léo Lopes de Oliveira, filho de Leônidas Lo-pes de Oliveira e dona Rosa Amélia de Barros, aqui nasceu e viveu até os 15 anos, quando se empregou no comércio em São Paulo . Dai se transferiu para o Rio de Janeiro . Com 24 anos de idade, co-lou grau de Faculdade de Medicina . Foi à Europa, veiu estabelecer--se em São Paulo e morreu em 1913, muito moço. doutor Cândido Barata Ribeiro, médico em São Paulo, mo-rou e casou-se em Sorocaba. [p. 141]





Memória Histórica de Sorocaba VII
01/01/1970
18/02/2026 01:11:22
Créditos/fonte: Aluísio de Almeida
  
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