'10 - -01/06/1610

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JUN.
01
HOJE NA HISTóRIA
191
junho de 1610, terça-feira
24/10/2025 20:40:09
•  Imagens (3)
•  Fontes (3)
  
  
  


  1ª fonte  
  Data: 1946

“O Índio Etiguara” e o “Caminho de São Tomé”? Jornal O Apóstolo


Lendo o que o sr. Evaldo escreveu no "O Apóstolo" sobre o nativo Etiguara, achei que aquilo decerto teria alguma relação com o "Caminho de Peabirú" ou "Caminho de São Tomé". Lemos na História do Paraná (pg. 121 e 122): Chamavam os nativos Peabirú a um caminho pré-colombiano, que se estendia por mais de 200 léguas, da costa de São Vicente ao Rio Paraná. Diz Romário Martins na sua História de Paraná (pg. 124):

"Após a entrada dos jesuítas no território dos Guaíra (1610), o caminho de Peabirú foi dado como sendo o trilho percorrido pelo Apóstolo São Tomé. A vinda deste ao Novo Mundo era corrente entre os nativos da região do Peabirú e mesmo em sertões ainda não visitados pelos missionários. Não só no Brasil e no Paraguai, mas em toda a América do Sul era voz corrente entre os nativos que ´um homem extraordinário´por aí andara pregando o Evangelho; que fora ele quem ensinara a utilizar a mandioca; e a herva-mate; que predissera o fastígio e a destruição do Guaíra, que anunciara a vinda dos missionários que haviam de pregar as mesmas verdades como ele. Numa rocha á margem do Piquirí diziam haver as pegadas de SUMÉ ou ZUMÉ ou TOMÉ" etc.

Diz o P. Rafael Galanti (História do Brasil, vol I, 177) que a "Cópia der Newen Zeytung auss Pressilg I Landt" deve ser impresso em 1508, muito antes de chegarem os jesuítas ao Brasil e contudo já se refere a mesma tradição (de São Tomé) na costa do Brasil.
[26879]


  2ª fonte  
  Data: 1962

Misiones y sus pueblos guaraníes, 1962. Guilherme Furlong


Partindo de Assunção, subiram o Paraná e chegaram a Ciudad Real em 1º de fevereiro de 1610; ali eles se ocuparam tão intensamente com o bem espiritual dos espanhóis, que ambos os padres ficaram gravemente doentes e o presbítero Melgarejo, que tinha ido com eles, como dissemos, administrou-lhes o viático.

(...) Já era o mês de junho de 1610 quando voltaram ao rio Paraná e continuaram ao longo do rio, rio acima, até chegarem ao seu poderoso afluente, o Paraná-pané, que corre de leste a oeste, ficando a 23° de latitude sul. Este rio era o limite norte do território então conhecido pelos colonizadores. Os espanhóis naquela época chamavam toda essa área, no extremo norte, e perto do Paraná, Tebajiba, Pirapó e Guairá. [Páginas 102 e 104]
[27532]


  3ª fonte  
  Data: 2013

“SEÑORES DE LA PALABRA”: HISTÓRIAS E REPRESENTAÇÕES NA OBRA DE ANTONIO RUIZ DE MONTOYA (1612-1652)

[3429]



Provincia del Guayra convertida por los jesuitas y destruítda por los Mamelucos Portugueses
Data: 01/01/1769
Créditos/Fonte: José Sánchez Labrador
José Sánchez Labrador


ID: 13450


South America America Meridionale
Data: 01/01/1690
01/01/1690


ID: 13405


America Meridionale
Data: 01/01/1692
Créditos/Fonte: Vincenzo Maria Coronelli
01/01/1692


ID: 13448





  1ª fonte  
  Data: 1946

“O Índio Etiguara” e o “Caminho de São Tomé”? Jornal O Apóstolo


Lendo o que o sr. Evaldo escreveu no "O Apóstolo" sobre o nativo Etiguara, achei que aquilo decerto teria alguma relação com o "Caminho de Peabirú" ou "Caminho de São Tomé". Lemos na História do Paraná (pg. 121 e 122): Chamavam os nativos Peabirú a um caminho pré-colombiano, que se estendia por mais de 200 léguas, da costa de São Vicente ao Rio Paraná. Diz Romário Martins na sua História de Paraná (pg. 124):

"Após a entrada dos jesuítas no território dos Guaíra (1610), o caminho de Peabirú foi dado como sendo o trilho percorrido pelo Apóstolo São Tomé. A vinda deste ao Novo Mundo era corrente entre os nativos da região do Peabirú e mesmo em sertões ainda não visitados pelos missionários. Não só no Brasil e no Paraguai, mas em toda a América do Sul era voz corrente entre os nativos que ´um homem extraordinário´por aí andara pregando o Evangelho; que fora ele quem ensinara a utilizar a mandioca; e a herva-mate; que predissera o fastígio e a destruição do Guaíra, que anunciara a vinda dos missionários que haviam de pregar as mesmas verdades como ele. Numa rocha á margem do Piquirí diziam haver as pegadas de SUMÉ ou ZUMÉ ou TOMÉ" etc.

Diz o P. Rafael Galanti (História do Brasil, vol I, 177) que a "Cópia der Newen Zeytung auss Pressilg I Landt" deve ser impresso em 1508, muito antes de chegarem os jesuítas ao Brasil e contudo já se refere a mesma tradição (de São Tomé) na costa do Brasil.
[26879]


  2ª fonte  
  Data: 1962

Misiones y sus pueblos guaraníes, 1962. Guilherme Furlong


Partindo de Assunção, subiram o Paraná e chegaram a Ciudad Real em 1º de fevereiro de 1610; ali eles se ocuparam tão intensamente com o bem espiritual dos espanhóis, que ambos os padres ficaram gravemente doentes e o presbítero Melgarejo, que tinha ido com eles, como dissemos, administrou-lhes o viático.

(...) Já era o mês de junho de 1610 quando voltaram ao rio Paraná e continuaram ao longo do rio, rio acima, até chegarem ao seu poderoso afluente, o Paraná-pané, que corre de leste a oeste, ficando a 23° de latitude sul. Este rio era o limite norte do território então conhecido pelos colonizadores. Os espanhóis naquela época chamavam toda essa área, no extremo norte, e perto do Paraná, Tebajiba, Pirapó e Guairá. [Páginas 102 e 104]
[27532]


  3ª fonte  
  Data: 2013

“SEÑORES DE LA PALABRA”: HISTÓRIAS E REPRESENTAÇÕES NA OBRA DE ANTONIO RUIZ DE MONTOYA (1612-1652)

[3429]



len:28016
20-22/10/2023 06:54:48
EMERSON


01/06/1610
ANO:96
  testando base


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