3 de fevereiro de 1639, quinta-feira 06/11/2025 23:06:43
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1° de 2 fontes
Alfredo Ellis Júnior
30 de Janeiro de 1934, domingo
“O bandeirismo paulista e o recuo do meridiano”, Alfredo Ellis Júnior (1896-1974) É muito sabido que d. Francisco de Mascarenhas, conde da Torre, almirante da poderosíssima esquadra de trinta e três grandes navios, encarregada da restauração do Brasil, nordeste, ocupado pelo batavo de Nassáu, tendo perdido, na travessia oceânica, muita gente da sua infantaria e tendo conhecido, ao chegar a Bahia, a fama dos sertanistas paulistas, como homens de grande audácia e valor, além da grande prática no devassamento dos sertões, e que, na capitania de São Vicente e São Paulo se podiam levantar cerca de 300 soldados aguerridos e experimentados, a três de fevereiro de 1639 enviou a Saloi...
“O bandeirismo paulista e o recuo do meridiano”, Alfredo Ellis Júnior (1896-1974) É muito sabido que d. Francisco de Mascarenhas, conde da Torre, almirante da poderosíssima esquadra de trinta e três grandes navios, encarregada da restauração do Brasil, nordeste, ocupado pelo batavo de Nassáu, tendo perdido, na travessia oceânica, muita gente da sua infantaria e tendo conhecido, ao chegar a Bahia, a fama dos sertanistas paulistas, como homens de grande audácia e valor, além da grande prática no devassamento dos sertões, e que, na capitania de São Vicente e São Paulo se podiam levantar cerca de 300 soldados aguerridos e experimentados, a três de fevereiro de 1639 enviou a Saloi...