'Quanto cada concessionária de pedágio lucrou em 2014 (Gazeta do Povo) 0 05/05/2015 Wildcard SSL Certificates
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   5 de maio de 2015, terça-feira
Quanto cada concessionária de pedágio lucrou em 2014 (Gazeta do Povo)
      Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

  
  


As seis concessionárias de pedágio que administram trechos de rodovias no programa estadual de concessões tiveram, juntas, no ano passado, um lucro líquido de R$ 437,8 milhões.

O valor é apenas 3,2% maior do que o registrado em 2013, de R$ 424,2 milhões – crescimento abaixo da inflação do período de 2014, que ficou em 6,41%. O resultado foi desigual entre as concessionárias. Algumas tiveram queda no lucro, caso da Econorte e da Ecocataratas, enquanto outras superaram de longe a inflação. O melhor resultado foi obtido pela Ecovia, com alta de 16,9% no lucro líquido. Em alguns casos, como o da Econorte, o investimento em novas obras superou a rentabilidade da companhia. Veja abaixo como cada uma das concessionárias se saiu no ano passado.

Econorte

A Econorte, concessionária que administra 340 quilômetros no Norte do estado, teve receita operacional de R$ 177milhões em 2014, contra R$ 170 milhões em 2013. Suas receitas totais foram de R$ 269 milhões, contra R$ 239 milhões no ano anterior – o dado leva em conta os gastos com novas construções, que entram como receitas no balanço. Foram, portanto, R$ 89,7 milhões em obras no ano passado. O lucro líquido foi de R$ 20 milhões, 38% menor do que os R$ 32,5 em 2013.

Ecovia

A Ecovia, concessionária que administra 175 quilômetros na ligação entre Curitiba e o Litoral do estado, teve receita de pedágio de R$ 223,3 milhões em 2014, contra R$ 208,1 milhões em 2013. A receita total passou de R$ 237 milhões para R$ 268,2 milhões, enquanto o gasto com construção subiu de R$ 27,9 milhões para R$ 43,1 milhões. O lucro líquido subiu 16,9%, o melhor resultado entre todas as concessionárias, de R$ 58 milhões em 2013 para R$ 67,8 em 2014.

EcocataratasEmpresa que administra 458 quilômetros no Oeste do estado, a Ecocataratas teve receita com pedágio de R$ 265 milhões em 2014, contra R$ 236 milhões um ano antes – a receita bruta total passou de R$ 274 milhões para R$ 284 milhões. O lucro líquido foi de R$ 42,8 milhões, 1,3% menor do que os R$ 43,4 milhões de um ano antes. O investimento em construção foi de R$ 11 milhões, contra R$ 30,8 milhões em 2013.Caminhos do ParanáA Caminhos do Paraná, administra 405 quilômetros na região central do estado e teve receita total de R$ 232 milhões no ano passado, contra R$ 207 milhões em 2013. O lucro líquido foi de R$ 32,5 milhões contra R$ 29,4 milhões no ano anterior, alta de 10,5%. A empresa não divulga investimentos em novas obras apenas o total em conservação: R$ 50,3 milhões.ViaparA concessionária Viapar, que administra rodovias no Noroeste do estado, incluindo a ligação entre Maringá e Cascavel, teve receita de pedágios de R$ 293 milhões no ano passado, contra R$ 267 milhões em 2013. O investimento em obras de foi de R$ 43,7 milhões. O lucro líquido cresceu 8%, de R$ 47,9 milhões em 2013, para R$ 51,7 milhões em 2014.RodonorteA Rodonorte, que gere 568 km de rodovias nas BRs 277 e 376 que ligam Curitiba ao norte do estado, teve receita total de R$ 689,9 milhões no ano passado, contra R$ 596 milhões em 2013 – a receita com o pedágio foi de R$ 642 milhões, ante R$ 593 milhões em 2013, com R$ 93,7 milhões investidos em obras. O lucro líquido foi de R$ 223 milhões, 3,7% maior do que os R$ 213 milhões do ano anterior.


Registros mencionados

2013
Pedágios
Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

• Fontes (1)

• Temas (2): Dinheiro$; Estradas antigas

2014
pedagios
Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

• Fontes (1)

• Temas (2): Dinheiro$; Estradas antigas

O que é História?
Abraham Lincoln (1809-1865) dizia que "se não for verdade, não é História. Porém, é possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade.

Existiu um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística. [28174] Você votaria neste homem Adolf Hitler (1889-1945)?



Quantos ou quais eventos são necessários para uma História?
Segundo Aluf Alba, arquivista do Arquivo Naciona: o documento, ele começa a ser memória já no seu nascimento, e os documentos que chegam no Arquivo Nacional fazem parte de um processo, político e técnico de escolhas. O que vai virar arquivo histórico, na verdade é um processo político de escolhas, daquilo que vai constituir um acervo que vai ser perene e que vai representar, de alguma forma a História daquela empresa, daquele grupo social e também do Brasil, como é o caso do Arquivo Nacional.

É sempre um processo político de escolha, por isso que é tão importante termos servidores públicos posicionados, de pessoas preparadas para estarem atuando nesse aspecto.


Mary Del Priori, historiadora:

Nós temos leis aqui no Brasil, que são inclusive eu diria bastante rigorosas. Elas não são cumpridas, mas nós temos leis para arquivos municipais, estaduais e arquivos federais, que deveriam ser cobradas pela própria população, para manutenção desses acervos, acervos que estão desaparecendo, como vimos recentemente com o Museu Nacional e agora com a Cinemateca de São Paulo. E no caso dos arquivos municipais, esses são os mais fragilizados, porque eles tem a memória das pequenas cidades e dos seus prefeitos, que muitas vezes fazem queimar ou fazem simplesmente desaparecer a documentação que não os interessa para a sua posteridade. Então esse, eu diria que essa vigilância sobre o nosso passado, sobre o valor dos nossos arquivos, ainda está faltando na nossa população.

Lia Calabre, historiadora:

A memória de Josef Stálin inclusive, ela serve para que não se repitam os mesmos erros, ela serve para que se aprenda e se caminhe. Os processos constantes de apagamento. Existe um depósito obrigatório de documentação que não é feita, na verdade se a gente pensar, desde que a capital foi para Brasília, os documentos não vieram mais para o Arquivo Nacional. [4080]

Quantos registros? Fernando Henrique Cardoso recupera a memória das mais influentes personalidades da história do país.

Uma das principais obras do barão chama-se "Efemérides Brasileiras". Foi publicada parcialmente em 1891 e mostra o serviço de um artesão. Ele colecionou os acontecimentos de cada dia da nossa história e enquanto viveu atualizou o manuscrito. Vejamos o que aconteceu no dia 8 de julho. Diz ele:

- Em 1691 o padre Samuel Fritz, missionário da província castelhana dos Omáguas, regressa a sua missão, depois de uma detenção de 22 meses na cidade de Belém do Pará (ver 11 de setembro de 1689).

- Em 1706 o rei de Portugal mandou fechar uma tipografia que funcionava no Recife.

- Em 1785 nasceu o pai do Duque de Caxias.

- Em 1827 um tenente repeliu um ataque argentino na Ilha de São Sebastião.

- Em 1869 o general Portinho obriga os paraguaios a abandonar o Piraporaru e atravessa esse rio.

- Em 1875 falece no Rio Grande do Sul o doutor Manuel Pereira da Silva Ubatuba, a quem se deve a preparação do extractum carnis, que se tornou um dos primeiros artigos de exportação daquela parte do Brasil.

Ainda bem que o barão estava morto em 2014 julho que a Alemanha fez seus 7 a 1 contra o Brasil.

(...) Quem já foi ministro das relações exteriores como eu trabalha numa mesa sobre a qual a um pequeno busto do barão. É como se ele continuasse lá vigiando seus sucessores.

Ele enfrentou as questões de fronteiras com habilidade de um advogado e a erudição de um historiador. Ele ganhava nas arbitragens porque de longe o Brasil levava a melhor documentação. Durante o litígio com a Argentina fez com que se localiza-se o mapa de 1749, que mostrava que a documentação adversária estava simplesmente errada.

Esse caso foi arbitrado pelo presidente Cleveland dos Estados Unidos e Rio Branco preparou a defesa do Brasil morando em uma pensão em Nova York. Conforme registrou passou quatro anos sem qualquer ida ao teatro ou a divertimento.

Vitorioso nas questões de fronteiras tornou-se um herói nacional. Poderia desembarcar entre um Rio, coisa que Nabuco provavelmente faria. O barão ouviu a sentença da arbitragem em Washington e quieto tomou o navio de volta para Liverpool. Preferia viver com seus livros e achava-se um desajeitado para a função de ministro.


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