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Condenado por malas de dinheiro, Geddel vai à confraternização de governador petista e se declara: "Leal". oglobo.globo.com

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Condenado por malas de dinheiro, Geddel vai à confraternização de governador petista e se declara: "Leal". oglobo.globo.com

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Condenado por malas de dinheiro, Geddel vai à confraternização de governador petista e se declara: "Leal". oglobo.globo.com


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HOJE NA HISTóRIA
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20 de dezembro de 2024, sexta-feira
02/06/2025 21:24:16
  
  


Luísa Marzullo — Ex-ministro do segundo governo de Lula (PT), Geddel Vieira Lima (MDB), foi um dos convidados para a confraternização do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), que ocorreu no Palácio de Ondina na noite desta quinta-feira. Condenado pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, o ex-ministro e seu irmão, Lúcio Vieira Lima, são próximos de Jerônimo.

A proximidade de Geddel é tamanha, que motivou uma declaração ao governador. Segundo o ex-ministro, ele já conheceu ministros, senadores, deputados, mas ninguém como Jerônimo Rodrigues.

— Cheguei ao ponto que posso conviver com quem eu quero e dizer o que penso. Hoje, participei da confraternização de fim de ano promovida pelo governador Jerônimo e, a cada dia, me declaro mais encantado, surpreso com essa figura — iniciou Geddel.

O ex-ministro afirmou ainda que Jerônimo Rodrigues tem sido "correto" e "leal" com ele e seu partido, o MDB.

— No campo pessoal, dou meu testemunho sobre a figura genuinamente humilde, de sorriso franco, gestos repetidos de carinho e afeto com cada interlocutor que dele se aproxima, do mais importante ao mais simples. Verdadeiramente gosto de Jerônimo. É uma bela figura humana e um gestor cônscio dos seus deveres — afirmou.

Além de Geddel e Lúcio, lideranças como deputados estaduais da base compareceram à festa. A bancada federal estava em Brasília para votar o pacote fiscal.

Em setembro de 2017, Geddel foi preso após uma apreensão de R$ 51 milhões de reais encontrados pela Polícia Federal (PF) em seu apartamento. À época, ele era investigado por um esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal.

Em 2019, ele e o irmão, Lúcio Vieira Lima, foram condenados por lavagem de dinheiro e associação criminosa pelo STF, decisão que os tornam inelegíveis. Após cumprir parte da pena de 13 anos e quatro meses de prisão, Geddel obteve progressões de regime até ser solto no início de 2022, por decisão do ministro Edson Fachin. Desde então, cumpre pena em liberdade condicional.



EMERSON


20/12/2024
ANO:859
  testando base


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