'10 - -01/01/1856

Reclamações acerca da qualidade dos caminhos

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Reclamações acerca da qualidade dos caminhos

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Reclamações acerca da qualidade dos caminhos


JAN.
01
HOJE NA HISTóRIA
\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\hoje\01-01total.txt
1856
14/06/2025 22:00:42
•  Fontes (1)
  
  


 1° fonte/2006   

UMA CIVILIZAÇÃO DO ARROZ - Agricultura, comércio e subsistência no Vale do Ribeira (1800-1880). Autor: Agnaldo Valentin
Data: 2006

Este é o único ano (1803) que encontramos informação sobre o comércio por via terrestre. Não descartamos a possibilidade do tráfego comercial por via terrestre, porém acreditamos que seu volume represente parcela inexpressiva da quantidade total, a julgar pela recorrência de reclamações acerca da qualidade dos caminhos, com a que reproduzimos, redigida pelo diretor da Mesa de Rendas de Iguape, em 1856:

“O comércio interno com a povoação de serra acima é quase nenhum, apenas um ou outro lavrador chega a esta cidade para vender os gêneros de sua lavoura, a saber, toucinho, cevadas e algum gado; pouco, estes gêneros são aqui consumidos e sempre reputados por altos preços e mal chegam para o consumo da população da cidade e destes há falta contínua, falta esta devida a não existirem estradas a comunicar esta com aquelas povoações, pois que as picadas que existem (...) não animam aos tropeiros a arriscarem seus gêneros e animais; são essas picadas: uma que segue desta cidade à vila de Xiririca e dali à Freguesia de Paranapanema e outros pontos vizinhos; outra que de Santo Antonio de Juquiá vai a Itapetininga e seu arredores e uma outra chamada do Travessão, no rio Ipiranga, que também comunica para Paranapanema e Itapetininga” (AESP, Ofícios diversos de Iguape, ordem n.º 1.043a).




 1° fonte/2006   

UMA CIVILIZAÇÃO DO ARROZ - Agricultura, comércio e subsistência no Vale do Ribeira (1800-1880). Autor: Agnaldo Valentin
Data: 2006

Este é o único ano (1803) que encontramos informação sobre o comércio por via terrestre. Não descartamos a possibilidade do tráfego comercial por via terrestre, porém acreditamos que seu volume represente parcela inexpressiva da quantidade total, a julgar pela recorrência de reclamações acerca da qualidade dos caminhos, com a que reproduzimos, redigida pelo diretor da Mesa de Rendas de Iguape, em 1856:

“O comércio interno com a povoação de serra acima é quase nenhum, apenas um ou outro lavrador chega a esta cidade para vender os gêneros de sua lavoura, a saber, toucinho, cevadas e algum gado; pouco, estes gêneros são aqui consumidos e sempre reputados por altos preços e mal chegam para o consumo da população da cidade e destes há falta contínua, falta esta devida a não existirem estradas a comunicar esta com aquelas povoações, pois que as picadas que existem (...) não animam aos tropeiros a arriscarem seus gêneros e animais; são essas picadas: uma que segue desta cidade à vila de Xiririca e dali à Freguesia de Paranapanema e outros pontos vizinhos; outra que de Santo Antonio de Juquiá vai a Itapetininga e seu arredores e uma outra chamada do Travessão, no rio Ipiranga, que também comunica para Paranapanema e Itapetininga” (AESP, Ofícios diversos de Iguape, ordem n.º 1.043a).



EMERSON


01/01/1856
ANO:59
  testando base


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