"Índio bom é índio morto", diz a frase infâmia, atribuída ao general norte-americano William Tecumseh Sherman (1820-1891). Mas a verdade é que na História do Brasil, tem sido sido mais fácil festejar os indígenas depois deles já estarem mortos. É o caso do líder tribal Cunhambebe, que vivia perto de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, em meados do século XIV. Cunhambebe era Tamoio, e se aliou aos franceses que ocuparam a baía de Guanabara em 1555.
Ele sempre odiou os portugueses e os combatia sem tréguas. Afirmava ter comido 62 inimigos, entre nativos e europeus. Na luta pela conquista do Rio de Janeiro ele chegou a carregar dois pequenos canhões nos ombros. Não faz muito tempo virou tema de um livro famoso, no qual foi chamado de "Meu Querido Canibal". Mas o fato, é que de "querido", o Cunhambebe nunca teve nada.
Mesmo lutando por uma causa que considerava justa, ele era um sujeito assustador, que gostava de sangue, nas mãos e na boca. A trajetória de Cunhambebe comprova que a História não é feita por mocinhos ou bandidos, mas gente de carne e osso.
Aqueles que são heróis para alguns, podem muito bem ser vilões para outros. Tudo depende do ponto de vista. Afinal, além de ser feita por pessoas, é escrita por elas, por isso, está cheia de acertos, e de erros também. Fique ligado!
Tribos Data: 01/01/2018 Créditos/Fonte: Guerras no Brasil - Guerras de conquista (mapa(.241.
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Eduardo Bueno
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