Essa é uma das caras dele. Mas conta-se que ninguém sabe quem era ele de fato. São atribuídos a ele vários nomes e tantas proezas, deixando sempre algo de misterioso e oculto na sua história. O historiador Paulo Markun, em seu livro Dom Álvarez Núñez Cabeza de Vaca, onde conta a saga daquele outro grande viajante e aventureiro, muito bem escrito por sinal, destaca uma das facetas do tal Bacharel. “Entre as atuais cidades de Santos e Paranaguá, o porto era frequentado desde o início do século por navegadores e corsários em busca de víveres, escravos ou guarida. No comando estava um desertor ou desterrado, espanhol ou português que, além de duzentos escravos, tinha seis mulheres e dezenas de genros – e, em consequência, um milhar de índios dispostos a lutar por ele”. [lagamarecolodge.wordpress.com]