'10 - -10/07/1528

Carta de Luiz Ramirez ao Imperador Carlos V, enviada do Rio da Prata

' /> Wildcard SSL Certificates

Carta de Luiz Ramirez ao Imperador Carlos V, enviada do Rio da Prata

AtualizadosFrequentes

save:

Carta de Luiz Ramirez ao Imperador Carlos V, enviada do Rio da Prata


JUL.
10
HOJE NA HISTóRIA
54
10 de julho de 1528, terça-feira
13/11/2025 05:24:02
•  Fontes (1)
  
  


  1ª fonte  
  Data: 2006

ALIANÇAS INTERCULTURAIS NO NOVO MUNDO: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A NOVA FRANÇA E A NOVA LUSITÂNIA. Por Silvio Marcus de Souza Correa (UNISC), Camil Girard (UQAC)


Também a viagem de Cristóvão Jacques,em 1527, surpreendeu duas naus francesas carregando pau-brasil. Mas o comandante português logrou pô-las ao fundo. Conforme o historiador Serrão (1965, p.27-28), uma carta de Luiz Ramirez ao Imperador Carlos V, enviada do Rio da Prata a 10 de julho de 1528, contém importantes informações sobre a convivência entre espanhóis e nativos por mais de uma década em terras brasileiras.

Este documento informa que tendo Ramirez deixado o porto de São Lucas em abril de 1526, chegara a 19 de setembro, a uma ilha atrás de uma montanha, nomeio de uma região que parecia ser abundante em pau-brasil. Tendo sabido da existência, no meio dos índios, de vários espanhóis vindos com a armada de D. Rodrigo de Acuña e que a doze léguas, viviam cristãos, antigos companheiros de Dias de Solis, que ali viviam a treze ou quatorze anos, não tendo acompanhado o navegador ao sul do continente.

Assim que, a partir das primeiras décadas de Quinhentos, a ilha do Desterro (atual ilha de Santa Catarina) e a baía da Guanabara foram importantes pontos da viagem dos espanhóis entre Sevilha e a bacia platina. A mestiçagem biológica e cultural pode ser inferida através de outros documentos espanhóis.
[3299]





  1ª fonte  
  Data: 2006

ALIANÇAS INTERCULTURAIS NO NOVO MUNDO: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A NOVA FRANÇA E A NOVA LUSITÂNIA. Por Silvio Marcus de Souza Correa (UNISC), Camil Girard (UQAC)


Também a viagem de Cristóvão Jacques,em 1527, surpreendeu duas naus francesas carregando pau-brasil. Mas o comandante português logrou pô-las ao fundo. Conforme o historiador Serrão (1965, p.27-28), uma carta de Luiz Ramirez ao Imperador Carlos V, enviada do Rio da Prata a 10 de julho de 1528, contém importantes informações sobre a convivência entre espanhóis e nativos por mais de uma década em terras brasileiras.

Este documento informa que tendo Ramirez deixado o porto de São Lucas em abril de 1526, chegara a 19 de setembro, a uma ilha atrás de uma montanha, nomeio de uma região que parecia ser abundante em pau-brasil. Tendo sabido da existência, no meio dos índios, de vários espanhóis vindos com a armada de D. Rodrigo de Acuña e que a doze léguas, viviam cristãos, antigos companheiros de Dias de Solis, que ali viviam a treze ou quatorze anos, não tendo acompanhado o navegador ao sul do continente.

Assim que, a partir das primeiras décadas de Quinhentos, a ilha do Desterro (atual ilha de Santa Catarina) e a baía da Guanabara foram importantes pontos da viagem dos espanhóis entre Sevilha e a bacia platina. A mestiçagem biológica e cultural pode ser inferida através de outros documentos espanhóis.
[3299]



EMERSON


10/07/1528
ANO:17
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br