Foi o caso de Monteiro Lobato. Em 1941, o escritor estava preso por fazer oposição à ditadura de Getúlio Vargas, quando enviou uma carta ao político, dizendo-lhe que seu nome era unanimidade entre os presos da Casa de Detenção. “Há um advogado sobre cuja honestidade e valor os grandes e verdadeiros juízes dos advogados, que são os presos, juram a pés juntos: Marrey Junior”, escreveu Lobato. “É estudioso, é o que melhor analisa e argumenta.”
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