Associou-se também com Manoel da Fonseca, que lidava com fazendas (tecidos), estabelecendo-se em 1867, com grande armazém à Rua do Comércio (hoje Barão do Rio Branco) com máquinas descaroçadoras de algodão.Conseguiu confiança nas praças de S. Paulo, Santos e Rio de Janeiro, despachando algodão através de sua firma Luiz Maylasky & Cia. Em 1867, comprava, beneficiava e vendia algodão para centros industriais e o exportava. Chegava a fazer adiantamentos sobre a produção e prestava alguma ajuda técnica aos agricultores [1][1] Paulo Celso da SILVA, op. cit
Associou-se também com Manoel da Fonseca, que lidava com fazendas (tecidos), estabelecendo-se em 1867, com grande armazém à Rua do Comércio (hoje Barão do Rio Branco) com máquinas descaroçadoras de algodão.Conseguiu confiança nas praças de S. Paulo, Santos e Rio de Janeiro, despachando algodão através de sua firma Luiz Maylasky & Cia. Em 1867, comprava, beneficiava e vendia algodão para centros industriais e o exportava. Chegava a fazer adiantamentos sobre a produção e prestava alguma ajuda técnica aos agricultores [1][1] Paulo Celso da SILVA, op. cit