21 de agosto de 1838, terça-feira 17/11/2025 02:58:09
Filho de Alexandre Matheus Maylasky e Isabel Sofia Magdalena de Hosvosy, segundo Geraldo Bonadio, nasceu na pequena cidade de Hidasnémeti, Hungria, próxima à antiga Kassa, hoje Kosice, cidade eslovaca onde foi batizado [1].
Maylasky falava várias línguas, sendo perito em latim. Era oficial de artilharia do Exército Imperial Austro-Húngaro, veio para o Brasil em companhia do engenheiro prussiano Herman Von Puttkammer (Puttkammer viria a trabalhar mais tarde, para seu ilustre ex-companheiro de viagem na construção e após, no prolongamento da ferrovia).
Jornal Correio Paulistano
30 de Setembro de 1652, domingo
“LUIS MATHEUS MAYLASKY, VISCONDE DE SAPUCAHY”, vol. 1.º, de Antonio Francisco Gaspar e Aluísio de Almeida - Jornal Correio Paulistano Austriaco de nascimento, Luis Matheus Maylasky chegado ao Rio, em 1860, trouxe uma carta de apresentação para o então redactor do “Jornal do Commercio”. Deve-se ao visconde de Sapucahy a construcção da primeira fábrica de papel, no Estado de S. Paulo — a do Parnaíba — segundo se lê no vol. I da obra dos srs. Antonio Francisco Gaspar e Aluísio de Almeida, que, se outras qualidades não tivesse, já se revestiria de importante recordação por esse feito — o que, a S. Paulo muito deve. [p. 10]
Jornal O Estado de S. Paulo
30 de Agosto de 1970, domingo
Recusa fez surgir Sorocaba - O Estado de São Paulo. São Paulo Pelo que afirmou Sérgio Coelho num artigo escrito para O Estado de São Paulo, e publicado em 1970, chegou aqui em 1865 acompanhando um amigo seu, Luís Mateus Maylasky, húngaro, que por sua vez imigrou quase banido “após bater-se em duelo fatal com um nobre da côrte”, o que nos faz supor que ambos tenham deixado a Europa por uma razão comum, envolvendo política e violência. Por terem sido recomendados ao superior da Ordem de São Bento, dirigiram-se à Sorocaba, onde esse monge estava residindo. Originário de uma antiga família aristocrática pomerana, em que há um ramo detentor do título de conde e outro do de barão, Puttkammer tinha uma parente casada com Príncipe de Bismarck (1815-1898). Uma prima sua, Johanna (1824-1894), irmã do homem de estado Robert Viktor von Puttkamer (1828-1900), ministro da Instrução Pública da Prússia (1879). Segundo a neta, Hermann falava sete línguas, entre elas russo, inglês e francês.
Adalberto Coutinho de Araújo Neto
2006
Entre a revolução e o corporativismo: A experiência sindical dos ferroviários da E. F. Sorocabana nos anos 1930
Dargent Leilões
30 de Maio de 2018, domingo
dargentleiloes.net.br VISCONDE DE SAPUCAÍ - Luiz Matheus Maylasky - Prato RASO EM porcelana, aba delimitada por filete dourado e friso EM LAUREL; no centro da caldeira inicial S sobre duplo S invertido, pertencente a Luiz Mateus Maylasky; no reverso marca Charles Pillivuyt; 21,5 cm de diâmetro. Reproduzido à página 72 do livro Louça Histórica do Museu de Arte da Bahia. França, séc. XIX. 23 CM DE DIAMETRONOTA: Luiz Matheus Maylasky, visconde de Sapucaí (Koice,21 de agostode1838 Nice,15 de novembrode 1906), foi um militar austro-húngaro.
Nasceu no atual território da Eslováquia. Ainda na metade do sec. XIX, chegou a Sorocaba, São Paulo. Foi acolhido pelos padres do mosteiro, logo estes, reconheceram que tratava-se de alguém de raros conhecimentos, pois falava diversos idiomas e, com especialidade o latim. Conseguiu desde logo, grangear simpatias entre o povo da cidade. Uma vez assim relacionado pelo seu modo culto, tornou-se em pouco tempo o homem, que mais tarde, devia prestar relevante serviços ao povo paulista. Em Sorocaba, na rua da quitanda, hoje rua Maylasky, esquina da rua da Penha, existia num prédio antiquíssimo, um velho descaroçador de algodão movido à vapor ao qual muito tempo não funcionava, devido à sérios desarranjos na máquina.
Capital Aberto
2021
100 Personalidades Da História Do Mercado De Capitais Brasil O húngaro Luiz Matheus Maylasky emigrou para São Paulo em 1865 com a roupa do corpo. Do Mosteiro de São Bento, seu primeiro abrigo, seguiu para Sorocaba, onde se dedicou ao comércio de algodão. Lá, fundou e dirigiu por dez anos a Estrada de Ferro Sorocabana.Durante o encilhamento, já no Rio de Janeiro, Maylasky especializou-se no lançamento de ações de ferrovias. Foi fundador da Estrada de Ferro Montes Claros; incorporador da Ferrovia da Vitória; diretor da Estrada de Ferro Sul Paulista; e gestor da Viação Férrea Sapucahy, que pretendia ligar o bairro bairro de Botafogo a Angra dos Reis pela costa. [p. 33]
Jornal Correio Paulistano
30 de Setembro de 1652, domingo
“LUIS MATHEUS MAYLASKY, VISCONDE DE SAPUCAHY”, vol. 1.º, de Antonio Francisco Gaspar e Aluísio de Almeida - Jornal Correio Paulistano Austriaco de nascimento, Luis Matheus Maylasky chegado ao Rio, em 1860, trouxe uma carta de apresentação para o então redactor do “Jornal do Commercio”. Deve-se ao visconde de Sapucahy a construcção da primeira fábrica de papel, no Estado de S. Paulo — a do Parnaíba — segundo se lê no vol. I da obra dos srs. Antonio Francisco Gaspar e Aluísio de Almeida, que, se outras qualidades não tivesse, já se revestiria de importante recordação por esse feito — o que, a S. Paulo muito deve. [p. 10]
Jornal O Estado de S. Paulo
30 de Agosto de 1970, domingo
Recusa fez surgir Sorocaba - O Estado de São Paulo. São Paulo Pelo que afirmou Sérgio Coelho num artigo escrito para O Estado de São Paulo, e publicado em 1970, chegou aqui em 1865 acompanhando um amigo seu, Luís Mateus Maylasky, húngaro, que por sua vez imigrou quase banido “após bater-se em duelo fatal com um nobre da côrte”, o que nos faz supor que ambos tenham deixado a Europa por uma razão comum, envolvendo política e violência. Por terem sido recomendados ao superior da Ordem de São Bento, dirigiram-se à Sorocaba, onde esse monge estava residindo. Originário de uma antiga família aristocrática pomerana, em que há um ramo detentor do título de conde e outro do de barão, Puttkammer tinha uma parente casada com Príncipe de Bismarck (1815-1898). Uma prima sua, Johanna (1824-1894), irmã do homem de estado Robert Viktor von Puttkamer (1828-1900), ministro da Instrução Pública da Prússia (1879). Segundo a neta, Hermann falava sete línguas, entre elas russo, inglês e francês.
Adalberto Coutinho de Araújo Neto
2006
Entre a revolução e o corporativismo: A experiência sindical dos ferroviários da E. F. Sorocabana nos anos 1930
Dargent Leilões
30 de Maio de 2018, domingo
dargentleiloes.net.br VISCONDE DE SAPUCAÍ - Luiz Matheus Maylasky - Prato RASO EM porcelana, aba delimitada por filete dourado e friso EM LAUREL; no centro da caldeira inicial S sobre duplo S invertido, pertencente a Luiz Mateus Maylasky; no reverso marca Charles Pillivuyt; 21,5 cm de diâmetro. Reproduzido à página 72 do livro Louça Histórica do Museu de Arte da Bahia. França, séc. XIX. 23 CM DE DIAMETRONOTA: Luiz Matheus Maylasky, visconde de Sapucaí (Koice,21 de agostode1838 Nice,15 de novembrode 1906), foi um militar austro-húngaro.
Nasceu no atual território da Eslováquia. Ainda na metade do sec. XIX, chegou a Sorocaba, São Paulo. Foi acolhido pelos padres do mosteiro, logo estes, reconheceram que tratava-se de alguém de raros conhecimentos, pois falava diversos idiomas e, com especialidade o latim. Conseguiu desde logo, grangear simpatias entre o povo da cidade. Uma vez assim relacionado pelo seu modo culto, tornou-se em pouco tempo o homem, que mais tarde, devia prestar relevante serviços ao povo paulista. Em Sorocaba, na rua da quitanda, hoje rua Maylasky, esquina da rua da Penha, existia num prédio antiquíssimo, um velho descaroçador de algodão movido à vapor ao qual muito tempo não funcionava, devido à sérios desarranjos na máquina.
Capital Aberto
2021
100 Personalidades Da História Do Mercado De Capitais Brasil O húngaro Luiz Matheus Maylasky emigrou para São Paulo em 1865 com a roupa do corpo. Do Mosteiro de São Bento, seu primeiro abrigo, seguiu para Sorocaba, onde se dedicou ao comércio de algodão. Lá, fundou e dirigiu por dez anos a Estrada de Ferro Sorocabana.Durante o encilhamento, já no Rio de Janeiro, Maylasky especializou-se no lançamento de ações de ferrovias. Foi fundador da Estrada de Ferro Montes Claros; incorporador da Ferrovia da Vitória; diretor da Estrada de Ferro Sul Paulista; e gestor da Viação Férrea Sapucahy, que pretendia ligar o bairro bairro de Botafogo a Angra dos Reis pela costa. [p. 33]