O caso teve enorme repercussão. O reitor do Colégio da Bahia, Luís da Fonseca, escreveu aos seus superiores em Lisboa sobre o episódio, em 18 de agosto de 1584, narrando duas versões: a do próprio governador, ao lhe solicitar providências, e outra, recebida por intermédio de “cartas de homens de bem”, informando que o padre em questão, Diogo Nunes, não se encontrava no lugar “no tempo da briga”. O reitor decidiu, em vista das controvérsias, iniciar um processo envolvendo o vigário geral, um escrivão e as testemunhas arroladas deforma a “tirar a honra da Companhia a limpo”. O governador, ao saber do auto, suspendeu o escrivão e ameaçou o vigário. A carta de Luís da Fonseca anunciava o envio de documentos, solicitava a busca de meios de retirar das mãos dos oficiais reais o pagamento das rendas destinadas aos Colégios, já comprometidas, e se antecipava à chegada das notícias ao reino.
1987
Hitler: propaganda da W/Brasil para a Folha de S. Paulo (1987)
Atualizado em 02/04/2025 00:10:21
É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade. Como a "História" de
um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística.