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Formada a maior bandeira até então organizada, com destino ao Guaíra
1 de agosto de 1628, terça-feira ver ano



 Imagens (3)
 Fontes (2)

O mapa atribuído a Gusmàn, autor da "Argentina", e exumado do Arquivo das Índias de Sevilha por Zeballos, parece ter sido feito entre 1606 e 1608, segundo me informa Sérgio Buarque de Holanda, baseado em Paul Groussac.

É uma fonte interessantíssima para o estudo do povoamento do sul do Brasil. Particularmente vêem aí mencionadas três vilas: São Vicente, São Paulo e São Felipe.Esta última é a antiga Itapebussú, para onde se haviam mudado os primitivos povoadores trazidos ao Araçoiaba por D. Francisco de Souza no fim de 1599. Ao lado está a inscrição: "minas de ouro no Brasil".

Uma vista rápida sobre esse mapa nos mostrará as reduções do Guairá em frente a Sorocaba. E o rio Sorocaba incrivelmente afluente do Paranapanema! E, pior, da margem esquerda.O fazedor da carta geográfica interrogou viajantes, estes disseram: De São Felipe chega-se ao Paraná, pelo Paranapanema. Mais que depressa, o rio de Sorocaba passou a cair no Paranapanema. Uma verdade que se abusou...O caminho das bandeiras que destruíram o Guairá só podia ser esse mesmo peabirú, depois estrada de tropas com encruzilhada em Itapetininga. [Sorocaba e os castelhanos. Diário de Notícias, 01.09.1940. Página 13. Aluísio de Almeida]

As Bandeiras tinham três marcos para pontos iniciais de suas penetrações: Parnaíba, Cotia e São Roque, pois esses lugares com serras já possuíam caminhos de penetração, ainda que rudimentares.A explicação da escolha dessa rota é simples: os primitivos habitantes, nômades por excelência, usavam o dorso das serras para suas procuras de vendas litorâneas. Eram os "peabim" (caminhos de índios).

Nesse triângulo de sede de partidas de Bandeiras, havia as serras de São Francisco, contraforte de Paranapiacaba e pequenas serras de penetrações curtas. A Bandeira que partiu em 1618 encontrou em Cotia dois "peabim", sendo o da direita (São Francisco) e mais para a esquerda a extensão de Paranapiacaba que alcançava Una e avançava rumo ao litoral atlântico.

O caminho de São Francisco, mais extenso, tinha já em Itapeva (Pedra Chata) um preador de índios, Brás Esteve Leme, que se fixara na região, caçando índios, num ponto estratégico de passagem desses pelo "peabim".A curta extensão de peabim que seguia até Una, por assim ser, não tinha continuidade ou ligações que levassem os nômades primitivos até o litoral do Paraná, Santa Catarina, etc. O caminho seria a serra de São Francisco, mas ali já havia um branco caçando e aprisionando.

Em função disso, o "peabim" rumo a Una servia como fuga e desvio temporário do implacável caçador Brás Esteve Leme.Os Bandeirantes que partiam de Cotia para São Roque fundaram Sorocaba. Os que fizeram a rota de Cotia, serra de São Francisco alcançaram até Cuiabá, fundando esta Cidade. Mas no caminho de partida de Cotia, as serras de São Francisco e o contraforte de Paranapiacaba formavam um gigantesco "v", cujo interior era um enorme lago. (Y Una Noiva Azul “História do Município de Ibiúna”, de José Gomes. 17.05.2021, Marcos Pires de Camargo) [0]

Saída de São Paulo em agôsto de 1628 ( ou em 18 de outubro dêsse ano, segundo Basílio de Magalhães, loc. cit.), deveria estar, dois meses e meio depois, ou sejam 75 dias ·depois, a cêrca de 750 quilômetros de São Paulo, si cuidarmos que, as bandeiras andavám 10 quilômetros por dia, ou sejam quaseduas léguas. [1]

A confirmar essa minha suposição, temos tambémum documento paulista, que me parece peremptório.É o testamento de Jerônima Fernandes, mulher deBaltasar Gonçalves Málio, que foi parte integrante dabandeira de Mateus Grou, várias vezes assinalado noinventário de Luiz Eanes, feito em janeiro de 1630 [2].

Eram quase todos os homens adultos da Vila de São Paulo estavam armados para investir contra o sertão. Eram novecentos brancos e 3.000 índios, formando a maior bandeira até então organizada, com destino ao Guaíra.

Raposo Tavares participa enquanto imediato de sua primeira bandeira, chefiada por Manuel Preto, com um efectivo de cem paulistas e 2 mil índios auxiliares.

Esta expedição, dividida em quatro companhias, rumou para a Província do Guaíra, situada na parte oeste do atual Estado do Paraná

Cristãos-novos eram os líderes, mas as expedições paulistas atraíam praticamente todos os homens adultos da região.

A viagem liderada por Manuel Preto, tendo Antônio Raposo Tavares como imediato, em 1628, reuniu 900 súditos da Coroa portuguesa, brancos ou, principalmente, mamelucos.

Só ficaram para trás os idosos e não mais do que 25 homens adultos em condições de empunhar uma arma.

Muitas autoridades participaram da expedição, incluindo Cristóvão Mendes, ouvidor da vila de São Paulo, Brás Leme, Amador Bueno e seus filhos, e o juiz da vila de Santana de Parnaíba, Pedro Álvares.

Entre os viajantes, estavam 54 famílias de origem judaica, incluindo bandeirantes com sobrenomes Paiva, Mendes, Fernandes, Furtado, Grou, Pedroso, Quadros e Souza.

Ao longo do percurso, mais de 2 mil indígenas foram presos e 13 missões jesuíticas, reviradas.

Num momento em que o Tratado de Tordesilhas não estava em vigência — Portugal fazia parte da Espanha —, sair de São Paulo e chegar às proximidades de Buenos Aires, destruindo todo o trabalho missionário dos espanhóis, representava uma provocação direta ao reino da Espanha. [0]





“Memória Histórica de Sorocaba” Parte I
01/01/1964
18/02/2026 01:13:53
Créditos/fonte: Aluísio de Almeida
  
0


Raposo Tavares e Manuel Preto*
01/01/1628
18/02/2026 01:47:32
Créditos/fonte: Preto no Branco
  


Os Campos Bicudos da “Casa” de Suzana Dias
01/01/1620
18/02/2026 03:39:27
Créditos/fonte:
  
0


EMERSON
613
Amador Bueno de Ribeira
1584-1649
64 registros

1969
Antônio Bicudo
1580-1650
28 registros

735
Antônio Raposo Tavares
1598-1659
118 registros

2278
Antonio Raposo, o Velho
1557-1633
29 registros

3170
Apoteroby (Pirajibú)
194 registros

10720
Araçoiaba da Serra/SP
785 registros

2306
Baltasar Gonçalves Malio
1573-1667
27 registros

2552
Bartholomeu Bueno da Silva, o Anhanguera
1672-1740
15 registros

1883
Brás Esteves Leme
1590-1636
24 registros

2828
Cacique Tayaobá
1546-1629
128 registros

2333
Caminho do Peabiru
501 registros

3187
Caminhos/Estradas até Ibiúna
57 registros

10652
Cotia/Vargem Grande/SP
217 registros

2279
Domingos Fernandes
1577-1652
65 registros

2698
Estradas antigas
1339 registros

1544
Fernão Dias Paes Leme
1608-1681
101 registros

1732
Francisco de Saavedra
n.1555
217 registros

7634
Gonçalo Pires Bicudo
4 registros

10943
Guaíra/PR
37 registros

2565
Guayrá
301 registros

10733
Ibiúna/SP
117 registros

10642
Itapetininga/SP
227 registros

2614
Itapeva (Serra de São Francisco)
145 registros

923
Jesuítas
562 registros

1727
Judaísmo
139 registros

2308
Luís Eanes Grou
1573-1628
25 registros

4914
Manoel Pires
1590-1659
8 registros

2018
Manuel Preto
1559-1630
54 registros

2383
Mateus Luís Grou
n.1577
31 registros

2595
Pedro Vaz de Barros (Vaz Guaçu - “O Grande”)
1581-1644
65 registros

2515
Rio Paranapanema
239 registros

10643
São Paulo/SP
4108 registros

10654
São Roque/SP
193 registros

10641
Sorocaba/SP
11751 registros



ANO:59
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