'10 - -01/01/1601

A precária vila de São Paulo tinha apenas 1500 habitantes

' /> Wildcard SSL Certificates

A precária vila de São Paulo tinha apenas 1500 habitantes

AtualizadosFrequentes

save:

A precária vila de São Paulo tinha apenas 1500 habitantes


JAN.
01
HOJE NA HISTóRIA
\\windows-pd-0001.fs.locaweb.com.br\WNFS-0002\brasilbook3\Dados\cristiano\hoje\01-01total.txt
1601
30/10/2025 15:57:51
•  Fontes (2)
  
  




31/03/2000
Super Interessante

Os brutos que conquistaram o Brasil, super.abril.com.br

A aldeia urbana - Conheça São Paulo em 1601

Um arraial entre rios

Um dos limites urbanos era o Córrego Anhangabaú, hoje centro da cidade. Um muro de taipa 1 protegia a cidade de ataques de tribos inimigas. Do outro lado do rio era tudo mata.

A riqueza estava no campo. Perto da vila estendiam-se fazendas de trigo 2, que era exportado para o litoral, e plantações de marmelo. O doce, muitas vezes vendido com o peso adulterado, deu origem ao termo “marmelada”.

As ruas não tinham placas. Os endereços eram indicados com referências do tipo “ao lado da cadeia” 3 ou “vizinho ao padre”. Havia cerca de 150 casas. As ruas eram desertas 4. A população passava a maior parte do tempo em fazendas ou no sertão, atrás de índios. Fundado em 1554 pelos jesuítas, o Colégio de São Paulo foi o primeiro edifício da cidade.

Galpão, doce galpão

A grossura das paredes de taipa 1 dava às casas o aspecto de fortaleza. Por dentro, eram galpões com depósito, oficina e cozinha. Não havia banheiro. As necessidades eram feitas no quintal. A mobília se resumia a tamboretes e baús 2.

Não existiam quartos nem camas, mas havia redes 3 em todos os cantos da casa. Como nas aldeias indígenas, cada morador tinha uma fogueira 4 ao lado da sua rede. São Paulo tinha muita floresta em volta e o clima era mais frio.

Armas 5 havia em abundância: escopetas, espingardas, bacamartes, arcos, flechas, espadas e alfanjes. E correntes para amarrar escravos.

Gente estranha

As mulheres paulistas 1 eram conhecidas como “tapadas”, por andarem sempre cobertas por panos escuros, da cabeça aos pés. A maioria falava mal o português. Escravas índias 2, a maior parte guaranis, auxiliavam nas tarefas domésticas e na roça. Era perigoso uma mulher andar sozinha. Bandos de índios armados, a mando de famílias rivais, atracavam-se em pleno centro da vila. Os poucos brancos 3 tinham aspecto ameaçador. Andavam armados de punhais e arco e flecha.




31/03/2000
Super Interessante

Os brutos que conquistaram o Brasil, super.abril.com.br

A aldeia urbana - Conheça São Paulo em 1601

Um arraial entre rios

Um dos limites urbanos era o Córrego Anhangabaú, hoje centro da cidade. Um muro de taipa 1 protegia a cidade de ataques de tribos inimigas. Do outro lado do rio era tudo mata.

A riqueza estava no campo. Perto da vila estendiam-se fazendas de trigo 2, que era exportado para o litoral, e plantações de marmelo. O doce, muitas vezes vendido com o peso adulterado, deu origem ao termo “marmelada”.

As ruas não tinham placas. Os endereços eram indicados com referências do tipo “ao lado da cadeia” 3 ou “vizinho ao padre”. Havia cerca de 150 casas. As ruas eram desertas 4. A população passava a maior parte do tempo em fazendas ou no sertão, atrás de índios. Fundado em 1554 pelos jesuítas, o Colégio de São Paulo foi o primeiro edifício da cidade.

Galpão, doce galpão

A grossura das paredes de taipa 1 dava às casas o aspecto de fortaleza. Por dentro, eram galpões com depósito, oficina e cozinha. Não havia banheiro. As necessidades eram feitas no quintal. A mobília se resumia a tamboretes e baús 2.

Não existiam quartos nem camas, mas havia redes 3 em todos os cantos da casa. Como nas aldeias indígenas, cada morador tinha uma fogueira 4 ao lado da sua rede. São Paulo tinha muita floresta em volta e o clima era mais frio.

Armas 5 havia em abundância: escopetas, espingardas, bacamartes, arcos, flechas, espadas e alfanjes. E correntes para amarrar escravos.

Gente estranha

As mulheres paulistas 1 eram conhecidas como “tapadas”, por andarem sempre cobertas por panos escuros, da cabeça aos pés. A maioria falava mal o português. Escravas índias 2, a maior parte guaranis, auxiliavam nas tarefas domésticas e na roça. Era perigoso uma mulher andar sozinha. Bandos de índios armados, a mando de famílias rivais, atracavam-se em pleno centro da vila. Os poucos brancos 3 tinham aspecto ameaçador. Andavam armados de punhais e arco e flecha.


len:8714
20-16/01/2024 20:52:40
EMERSON


01/01/1601
ANO:52
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br